PEDÁGIOS EM SÃO PAULO

Até na Bulgaria se tem Dilmania.

Mídia local fala da possibilidade de "búlgara presidir a 7ª economia do mundo"
"Tento explicar para os jornalistas que ela não é búlgara", afirma Paulo Américo Wolowski, embaixador do Brasil
Vaguinaldo Marinheiro
A Bulgária vive uma "febre Dilma". Jornais, revistas e televisões acompanham o dia a dia da campanha no Brasil, e muitos jornalistas já estão de malas prontas para cobrir in loco a possível eleição de uma "búlgara para presidir a sétima maior economia do mundo".
Se o Quênia festejou a vitória de Barack Obama, que tem pai queniano, a Bulgária quer festejar a de Dilma, que tem pai búlgaro.
"Somos um país muito pequeno, e a possibilidade de alguém que teve um pai búlgaro ocupar um cargo tão importante nos deixa emocionados", afirma Jorge Nalbantov, apresentador da TV7, que viajará ao Brasil para fazer a cobertura da eleição presidencial.
A Bulgária tem cerca de 7,5 milhões de habitantes, população que vem caindo devido à migração e à baixa taxa de natalidade (1,4 filho por mulher, em média).
Há dez anos, eram 8,1 milhões de habitantes.
Dilma é descrita pelos meios de comunicação como "dama de ferro", "Margaret Thatcher brasileira" e "toda-poderosa do governo Lula". 
Assinante do jornal leia mais em Eleição no Brasil provoca "febre Dilma" na Bulgária 


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