PEDÁGIOS EM SÃO PAULO

PALANQUE PARA OS CACIQUES DO PSDB E DEM.

Apenas uma homenagem esse jatinho, nada mais Qual o título? Diante do que se propagou muito, por longos meses, principalmente sendo explorado politicamente pela fraca oposição, tudo num assunto meramente comercial e mais ainda, estritamente diplomático. Quis a oposição levar o assunto para a política interna, com extensas discussões em plenários vazios La no Senado, com tardes insossas onde ora era Jereissati, ora Mazonino ou outro senador, nunca faltando Arthur Virgilio. “Mas, “como na oposição para cada assunto é escalado um dos “caciques”, coube mais a Jereissati ser o” dono da bola”, e quando aparteado era por um dos seus, que nada acrescentava a não ser “corroborar” com as palavras “do grande senador”, porque não dizer o “cacique chefe”. A oposição aproveitava o momento em que Chávez também dava seus motivos de estar na mídia, só que internacional, diferentemente do senador Álvaro Dias, que adora um holofote, mas internamente, que está arriscado perder uma eleição no Paraná, devido ao seu fraco desempenho diante de tanto” furor” na questão CPI Petrobrás. Ontem, dia 29, justo quando Lula visitava a Venezuela, o Senado resolveu votar a entrada desse país no MERCOSUL. Tudo pura coincidência e até nisso a oposição fracassou tendo em vista que esta visita de Lula já estava há muito agendado. Nem isso a oposição teve competência, Então, mais ponto para Lula à custa de quem no fundo não acredita muito que seu escolhido tenha de fato 41% nas pesquisas. (O Serrote).Então ocorrem mancadas desse tipo. Mas no Senado Jereissati deve ter saído da sala de Comissão meio que chateado tamanho foi o banho que levou do líder do governo na sua explanação em defesa da entrada da Venezuela no MERCOSUL. Jereissati ainda tentou dar uma desqualificada no que apresentou o líder governista, mas não teve argumentos. O que apresentou para contestar foi tão fraco que em nenhum momento teve solidariedade de seus pares, quando se esperava ajuda, o que não ocorreu por parte de seus aliados. No final, como se era de esperar, 12 a favor da entrada da Venezuela no MERCOSUL, contra cinco votos contra. No mais, nesses meses todo o que a oposição conseguiu foi um palanque para seus “caciques” holofoteiros em detrimento dos deputados e senadores que nunca tem oportunidade de estarem á frente de projetos de maior repercussão, onde somente os donos do PSDB e DEM podem ser os “astros ou estrelas”. Narrativa fraca essa, não? Mas com essa oposição que nada tem mais de novo, pois não existem projetos e firmeza nas atitudes de seus “caciques” que até devem estar ansiosos para que dezembro chegue logo e vão pensar coisas novas para 2010. Enquanto isso Lula surfa nas ondas fracas dessa oposição. Pedro Bueno 30 de outubro de 2009.
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O QUE LULA FALOU DOS QUE PENSAM QUE AINDA SÃO FORMADORES.

Um eleitorado mais exigente
Política - Maria Inês Nassif Valor Econômico - 29/10/2009 Em 2006, a política eleitoral foi marcada pelo fenômeno de descolamento do voto dos humores da classe média urbana que, ao longo da história da República, funcionou como uma caixa de ressonância das elites econômicas. A ascensão ao mercado de consumo de uma grande parcela de excluídos, por meio do Bolsa Família, produziu uma autonomia do voto dos menos favorecidos em relação ao poder econômico e reduziu o papel de formadores de opinião das classes médias. De lá para cá, as políticas de valorização do salário mínimo adicionaram um outro componente social à realidade política: o ingresso nas classes médias de cidadãos originários da base da pirâmide que já estavam no mercado de consumo, mas que tinham acesso limitado a bens e mercadorias. Foram, portanto, dois dados importantes de mobilidade social distintos, cada um deles com poder de repercussão em uma eleição diferente. Nas eleições de 2006, o dado social predominante foi o ingresso ao mercado de consumo de grande parcela da população. Nas eleições de 2010, terá forte influência sobre o pleito a ascensão à classe média de grandes contingentes das camadas populares. Nos últimos sete anos, o país passou de uma situação de reduzidas classes médias e alta e amplas camadas na base da pirâmide - com forte concentração, nessas últimas, de famílias com baixíssima ou nenhuma renda. Quase às vésperas das eleições de 2006, as estatísticas começaram a acusar um forte efeito de desconcentração de renda do programa Bolsa Família, que atingia então os situados no último degrau da pirâmide de renda. Esse dado apenas tornou-se visível no auge do chamado Escândalo do Mensalão e o mundo institucional custou a entender que algo acontecia de diferente no universo social. A política foi sacudida por traumas intensos, cujo epicentro era o Congresso Nacional - em especial uma CPI que alimentava grandes cenas midiáticas que em algum momento chegaram a consolidar, entre letrados, a idéia de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva era tão destituído de sustentação política que caminhava para um impeachment, ou uma renúncia. Foram quase simultâneas as divulgações das pesquisas de opinião que acusavam um constante aumento de popularidade de Lula, em plena crise, e a divulgação de indicadores que comprovavam um efeito grande de mobilidade do Bolsa Família. Os fenômenos foram tão vinculados que foram necessárias várias pesquisas de opinião acusando aumento da popularidade de Lula para que a oposição se convencesse que o presidente não apenas estava no páreo, como era o franco favorito na disputa pela reeleição. O aumento da classe média brasileira no período seguinte é um dado ainda de difícil avaliação, que precisará ser devidamente considerado nas definições de estratégias de campanha de todos os candidatos às eleições presidenciais. O fato de os dois fenômenos terem acontecido num período governado por um único partido, e não ter ocorrido até o momento - nem no período de crise - um forte refluxo das condições objetivas de consumo desses setores, pode indicar que a candidata governista entra no mercado eleitoral como depositária de um legado. O conservadorismo da classe média, no caso dos ascendentes no governo Lula, tende a favorecer a candidata - o status quo agora é o PT, ao contrário de 2002. De outro lado, a ascensão à sociedade de consumo significa também acesso a bens de consumo ideológicos que mantinham esses setores à margem até agora. A informação, o acesso a tecnologias por onde elas transitam rapidamente e a exposição a diversas outras mídias expõem esses setores emergentes a conteúdos dos quais foram marginalizados enquanto estavam excluídos dessas tecnologias - e cuja inclusão não era alguma coisa que estava na agenda das elites políticas, que partiam do pressuposto, no jogo eleitoral, de que essas camadas eram cooptáveis via movimentos de emocionalização de uma classe média mais conservadora. Outro fator que pode contribuir para isso é o aumento progressivo de escolaridade, que caminha de forma constante desde os governos Fernando Henrique Cardoso. Os ganhos de distribuição de renda podem acelerar o processo de aumento de anos de estudo da população. Num contexto de maior escolaridade e maior renda, portanto, imagina-se que mudem também os critérios de escolha do voto. O julgamento do eleitor tende a passar por crivos que superem o simples ganho de renda - esse é um ganho passado e entram no cenário expectativas de ascensão social diferentes. Nesse contexto, pode adquirir importância grande a adesão a candidatos de setores da mídia convencional e não convencional - veiculada pela internet - e ganham peso maior os programas de propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão. Esse é um elemento novo no processo eleitoral. Dificilmente se volte a uma realidade onde as classes médias representem simplesmente uma caixa de ressonância das elites econômicas mas não necessariamente esse eleitorado tenderá à esquerda por ter ascendido no governo Lula. O dado concreto, no momento, é que esse eleitorado obrigará uma campanha eleitoral que agregue mais informações e argumentos eleitorais mais convincentes.
Maria Inês Nassif é repórter especial de Política. Escreve às quintas-feiras E-mail maria.inesnassif@valor.com.br O que penso. Apenas eu penso! http://oquepensabueninho.blogspot.com

QUERCIA LEVA 60 AO PALÁCIO DE SERRA

Deua na coluna do Noblat Leia os comentários: Quércia leva prefeitos do PMDB a Serra ‘É uma demonstração da aliança do partido com ele’, diz ex-governadorUm grupo de mais de 60 prefeitos do PMDB, de municípios paulistas, foi ontem ao gabinete do governador José Serra (PSDB) manifestar apoio a sua possível candidatura à sucessão do presidente Luiz Ináci>... Enviado por - 30/10/2009 - 6:26 Exibir 10 20 50 100 200 300 todos comentários. Apelido: Bueninho - 30/10/2009 - 7:08 Bem, meu caro Noblat, se isso também não é campanha antecipada então não entendo mais nada. Outro fato: logo com quem mesmo? Ah, sim, com o sr. Quércia. Como diria o Ancelmo Goes: Sim, nada contra, mas... Este comentário é ofensivo ou inapropriado? Denuncie aqui Páginas: 1 Clique aqui para comentar você também O que penso. Apenas eu penso! http://oquepensabueninho.blogspot.com

Joelmir quis dizer que foi para Miriam ou Sardenberg?

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O POVO DE LULA OU LULA DO POVO!

E ainda há os que não ssbem a razão dos 80% que Lula tem junto a população. Até os mais insenciveis ao ouvir o inicio de uma fala como essa mesmo que não desejando confessar, mas dirá: Ah se me candidato tivesse esse talento! Mas que talento, minha gente. Isso não é talento, mas sim saber que povo tem "cheiro", que tem cheiro de perfume, perfume da vida sofrida mas digna. Povo de calos nas mãos, povo que em muitas eleições acreditou nas falas emboladas, cheias de chavões difíceis e com isso, em outros tempos o povo humilde acreditava de boa fé. Hoje, minha gente, esse povo já sabe dicernir quem fala a verdade e a verdade para esse povo chama-se LULA> O que penso. Apenas eu penso! http://oquepensabueninho.blogspot.com

QUEREM CPI PARA FAZER CAMPANHA

OPOSIÇÃO DO NADA PORQUE NÃO QUER NADA, ESSA É A VERDADE "Não há mais sentido em continuar na CPI. Os governistas controlam a comissão e nos colocaram algemas", reclamou o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), autor do pedido de criação da comissão de inquérito. "O governo dominou completamente a CPI e "matou" a investigação", disse Tasso Jereissati (PSDB-CE). "Não deixam nem a transmissão das sessões pela televisão", completou Tasso. Pouco mais de dois meses depois do início das investigações da CPI, senadores da oposição declararam ontem que poderão recuar ainda mais nas investigações. Ao tomarem conhecimento de que o gerente-executivo de Serviços da Área de Exploração e Produção da Petrobras, Erardo Gomes Barbosa, não participaria da sessão de ontem, contrariando o roteiro de trabalho A reunião de ontem, depois de três semanas sem encontros da comissão, repetiu o cenário observado nas últimas sessões da CPI: plenário vazio, atraso para o início dos depoimentos e ausência até mesmo de senadores da oposição. A reunião começou sem o presidente da CPI, João Pedro (PT-AM), e com apenas Álvaro Dias. Dos onze titulares da comissão, oito são do governo. Os dois suplentes da oposição, Heráclito Fortes (DEM-PI) e Tasso Jereissati, não foram os mais assíduos nas sessões. A comissão foi instalada em 14 de julho, mas os trabalhos de investigação só começaram mesmo em meados de agosto. O relator, Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo, derrubou 68 requerimentos com pedidos de depoimentos e de informações da oposição. O governo descarta a possibilidade de prorrogar a CPI . Para a líder do governo no Congresso, Ideli Salvatti (PT-SC), todas as denúncias já foram investigadas "exaustivamente". O comando da CPI evita falar publicamente que encerrará a comissão em novembro. "Vamos combinar com o PSDB e DEM", disse João Pedro. A duração da CPI é de 180 dias e pode ser prorrogada pelo mesmo prazo.
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Ô "AÉRCIO, NÓIS TE QUER OCÊ AQUI IN MINIS, UAI!

Enviado por Lucia Hippolito - 28.10.2009 18h34m (O Globo) eleições 2010 Indefinição de Serra começa a incomodar O governador Aécio Neves não quer mais esperar. Afirmou que, se o PSDB não escolher o candidato até dezembro, através de prévias ou outros meios, lançará sua candidatura ao Senado em janeiro. O receio dos aliados de Aécio é o de que o governador José Serra possa recuar da decisão de se candidatar, caso a candidatura da ministra Dilma Rousseff cresça a ponto de ameaçar sua liderança nas pesquisas. O presidente Lula começou a arregaçar as mangas para valer. Enquadrou o PT nacional, aliou-se ao PMDB do Congresso e agora praticamente exige que os palanques estaduais dos dois partidos se submetam ao acordo nacional. Há inúmeros problemas no PT e no PMDB, mas nada que chegue a ameaçar o acordo. Afinal, o PMDB sempre teve um pé em cada canoa. Nem pisca quanto a isso. Faz o que quer nos estados enquanto fornece o candidato a vice de Dilma. Não tem como perder. Com a economia voltando à estabilidade e algum crescimento -- todos concordam que o Brasil está saindo da crise --, o governo federal terá um punhado de boas notícias para o eleitorado brasileiro ao longo de 2010. Naturalmente, isto é bom para a candidatura do governo e ruim para a candidatura da oposição. Tudo isto se confirmando, a situação fica desconfortável para Serra. O governador pode decidir candidatar-se a uma reeleição muito mais segura do que se aventurar numa eleição presidencial, tendo o presidente Lula como principal marqueteiro e cabo eleitoral da adversária. É aí que mora o perigo, raciocinam os aecistas. Se a oposição não se movimentar logo, anunciando o candidato, o campo fica inteiramente livre para a movimentação de Lula e Dilma. Mas se em março a candidatura de Dilma tiver crescido a ponto de provocar a desistência de Serra, Aécio teme ser escolhido como candidato para perder. Dada a "habilidade" da cúpula tucana para as articulações políticas, não é impossível que este cenário se concretize. Por isso mesmo, o governador de Minas prefere sair para uma eleição garantida para o Senado. Aécio é o governador mais bem avaliado do país, adorado em Minas. Tem 49 anos, pode candidatar-se novamente a governador em 2014, enquanto espera sua vez. Ou disputar a presidência da República. Até lá, muita coisa pode acontecer. Serra, por sua vez, receia anunciar já a candidatura à presidência e ver sua administração em São Paulo paralisada pela ação dos sindicatos. É uma decisão difícil. Mas é fraco o argumento do governador de que Dilma ainda não se assumiu como candidata e, portanto, ele tampouco teria que fazê-lo. Dilma é candidatíssima. Só não o será se houver uma hecatombe. Só falta o anúncio oficial. Já Serra... Não há, nem no campo do governo nem no campo da oposição certeza absoluta de que José Serra será mesmo candidato à presidência da República. O que parece é que o governador quer ter uma eleição garantida. Mas política é assumir riscos. Eleição, então, é salto triplo sem rede. Não dá para esperar ter tudo garantido. Aí não é eleição. É nomeação O que penso. Apenas eu penso! http://oquepensabueninho.blogspot.com

DEPUTADO JAIR BOLSONARO

Não sou muito simpático a esse deputado, mas que ele é abusado isso é! Mas tanto na Câmara como no Senado tem muita gente com rabo preso mesmo, por qual razão, então, iriam cassá-lo, se já deixaram de cassar muitos outros mais? Olha que esta cena foi de 2003.
Pedro Bueno Câmara absolve deputado que xingou Lula e Dilma Corregedoria arquiva oito denúncias contra Jair Bolsonaro (PP-RJ), que chamou presidente de “homossexual” e ministra de “assaltante”, e tripudiou busca por mortos na Guerrilha do Araguaia Maria do Rosário, Lula, FHC e Dilma são alguns dos alvos da artilharia pesada de Bolsonaro Lúcio Lambranho A Mesa Diretora da Câmara arquivou de uma só vez oito representações contra o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), acusado de dar declarações "violentas de ódio e desrespeito" em pronunciamentos na Casa, entre 2004 e 2005. O deputado foi denunciado por, entre outras coisas, chamar o presidente Lula de “homossexual” e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, de “especialista em assalto e furto”. O parecer que recomendou o arquivamento das representações, incluindo as declarações contra Lula e Dilma, é do corregedor da Casa, Antonio Carlos Magalhães Neto (DEM-BA). O corregedor sugeriu que o parlamentar fosse apenas “alertado" de que, em caso de reincidência, poderá responder a processo por quebra de decoro parlamentar. O deputado do PP também escapou de punição por ter afixado um cartaz em seu gabinete em que tripudia as buscas do governo federal por corpos dos desaparecidos na Guerrilha do Araguaia. Na legislatura passada, a Casa havia arquivado uma representação contra ele após uma briga com a deputada Mario do Rosário (PT-RS), que por pouco não terminou em agressão física. Jair Bolsonaro é um sobrevivente na Câmara. Em seu quinto mandato consecutivo na Casa, o deputado recebeu seis punições por causa de pronunciamentos agressivos e entrevistas polêmicas. Foram três censuras verbais e duas por escrito. Em todos os casos, escapou da abertura de processo de cassação do mandato. "Com que moral vão me cassar aqui?", provoca (leia mais). Veja outras declarações polêmicas do deputado Fonte: Congresso em Foco - 29/10/09 O que penso. Apenas eu penso! http://oquepensabueninho.blogspot.com

MAS O KASSAB.... MELHOR VER O VÍDEO

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MAS O KASSAB.... MELHOR VER O VÍDEO

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CBN - A rádio que toca notícia - Lucia Hippolito

ANALISTAS OU CIENTISTAS POLITICOS E COMENTARISTAS OU PARTIDÁRIOS? Seria muito engraçado se de fato isso ocorrer. Mas como os oposicionistas não se entendem, cresce nos meios politicos ligados a Serra e Aécio um grande clima nervoso. O único que me parece continuar a fazer campanha contra o governo é o âncora da CBN Adalberto Piotto. Não se cansa e tem sempre na ponta da língua ou da "pauta que lhe passam" uma mudança de rumo arranja como mudar o curso, principalmente quando são noticias dadas por repórteres da casa. Lúcia tem tido outro comportamento últimamente. Lógico que não somos contra suas opiniões, mas as vezes derrapa de forma partidária por demais.
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MARINA, MORENA VOCÊ SE PINTOU...

Marina: CPI não pode investigar só o MST.

A senadora Marina já deu in início do ciclo de aborrecimento à oposição, mais aos ruralistas, ao fazer tal declaração lá de Washington, onde está em visita em interesses aos órgãos ambientais a nível internacional.

O pretenso namoro inicial da oposição, quando diversas personagens, principalmente do PSDB, fizeram rasgados elogios à ex-ministra, elogiando seu passado e coisas que tais. Tudo fruto de se conseguir simpatia de todos do partido verde, para onde Marina migrou e também dos simpatizantes da senadora, que devem acompanhá-la na nova empreitada no PV.

Mas, com essa declaração Marina deu a entender que mudou de partido, mas não de convicções. Dessa forma, os elogios iniciais à senadora, vão sendo deixados de lado, sem, no entanto, deixar de colocá-la no retrovisor para não perder uma oportunidade que possa surgir, ou seja, de Marina estar junto num segundo-turno, talvez.

Quanto aos Ruralistas, esses sendo gente em sua maioria do DEM, mais quietos estarão, pois são bastante inteligentes em saberem de que Marina mudou de partido, mas não mudou de fato, de sua luta, muito mais voltada para o meio ambiente que qualquer figura que pensa que seja mais que ela nessas convicções.

Pedro Bueno

28/10/2009

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O que penso. Apenas eu penso!
A Miriam Leitão está brava!!! Sobrou pra o PSDB, para o DEM e vejam só: para o Serra. Na sua coluna de hoje no O Globo, diz que o Brasil tem governo demais e oposição de menos. Que Lula faz o que bem entende (parecer dela, claro), e que a oposição não reclama como devia com medo da popularidade do Presidente. Faz comparação da votação do Ministro Toffoli e outros de países como EUA e Inglaterra. Mas ela ainda continua a mencionar tudo que ocorre em países mais “avançados”, como nada fôssemos ainda. Ela pensa como nas décadas de 30/40 ou 50. Miriam se julga superior, tratando a nós todos como de país atrasado. Que nada mudou nesta terra depois de logos anos de submissão aos “grandes do passado negro” havido nesta nossa terra. Coitado do Serra levou bronca por ter participado da posse do novo Ministro. O Pré-Sal para Miriam foi um palanque montado para a Ministra Dilma. Coisa muito triste dessa senhora, que deve ter vivido naqueles tempos em que torciam para que Getulio não promulgasse o que hoje a nossa Petrobrás. Diante do tal “palanque para Dilma”. Miriam dá a MAIOR BRONCA no governador Aécio por ter participado e com maia raiva, a Miriam diz: “Aécio ainda batendo palmas”. Portanto, lá estava o PSDB. Mirim novamente dá UMA BRONCA EM SERRA pelas palavras simples e irônicas, sobre o que disse Lula na entrevista ao Kennedy de Alencar. Para Miriam deveria Serra sair falando o quê? Como já falei esse pessoal da imprensa contra Lula, já dá mostra de que subjugarão tanto Serra ou Aécio, se por acaso um dos dois ganhar a Presidência. Acham que devem ser consultados antes de qualquer ato. É um aviso. Vão querer mandar seja um como outro. Miriam, que aos poucos me parece estar abandonando a carreira de economia e agora dá entender que quer ser a mais nova representante AMBIETLIASTA. Fala com tamanha desenvoltura sobre a transposição do Rio São Francisco que muitos já devem até achando que terá uma pasta num “provável” governo do PSDB. Bem, melhor ficar por aqui, pois os amigos se não leram a coluna de Miriam deste dia 27 de outubro, leiam, pois vão se divertir. Teve um pequeno tópico que ela não perdoou nem o DEM. Será por ter o Presidente Rodrigo Maia dito que o DEM é mais Aécio? Que estará incomodando tanto a Miriam, se seu preferido está muito bem colocado nas pesquisas. Ou será que ele sabe de alguma que não está muito ao seu gosto e demonstra que SERRA está descendo a Serra de Santos? Pedro Bueno 27 de outubro de 2009. http://buenomuybueno.blogspot.com/ http://oquepensabueninho.blogspot.com/
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ELA ESTÁ MUITO BRAVA COM A OPOSIÇÃO, MAIS AINDA COM SERRA.

A Miriam Leitão está brava!!! Sobrou pra o PSDB, pra o DEM e vejam só: para o Serra. Na sua coluna de hoje no O Globo, diz que o Brasil tem governo demais e oposição de menos. Que Lula faz o que bem entende (parecer dela, claro), e que a oposição não reclama como devia com medo da popularidade do Presidente. Faz comparação da votação do Ministro Toffoli e outros de países como EUA e Inglaterra. Mas ela ainda continua a mencionar tudo que ocorre em países mais “avançados”, como nada fôssemos ainda. Ela pensa como nas décadas de 30/40 ou 50. Miriam se julga superior, tratando a nós todos como de país atrasado. Que nada mudou nesta terra depois de logos anos de submissão aos “grandes do passado negro” havido nesta nossa terra. Coitado do Serra levou bronca por ter participado da posse do novo Ministro. O Pré-Sal para Miriam foi um palanque montado para a Ministra Dilma. Coisa muito triste dessa senhora, que deve ter vivido naqueles tempos em que torciam para que Getulio não promulgasse o que hoje a nossa Petrobrás. Diante do tal “palanque para Dilma”. Miriam dá a MAIOR BRONCA no governador Aécio por ter participado e com maia raiva, a Miriam diz: “Aécio ainda batendo palmas”. Portanto, lá estava o PSDB. Mirim novamente dá UMA BRONCA EM SERRA pelas palavras simples e irônicas, sobre o que disse Lula na entrevista ao Kennedy de Alencar. Para Miriam deveria Serra sair falando o quê? Como já falei esse pessoal da imprensa contra Lula, já dá mostra de que subjugarão tanto Serra ou Aécio, se por acaso um dos dois ganhar a Presidência. Acham que devem ser consultados antes de qualquer ato. É um aviso. Vão querer mandar seja um como outro. Miriam, que aos poucos me parece estar abandonando a carreira de economia e agora dá entender que quer ser a mais nova representante AMBIENTALISTA. Fala com tamanha desenvoltura sobre a transposição do Rio São Francisco que muitos já devem estar achando que terá uma pasta num “provável” governo do PSDB. Bem, melhor ficar por aqui, pois os amigos se não leram a coluna de Miriam deste dia 27 de outubro, leiam, pois vão se divertir. Teve um pequeno tópico que ela não perdoou nem o DEM. Será por ter o Presidente Rodrigo Maia dito que o DEM é mais Aécio? Que estará incomodando tanto a Miriam, se seu preferido está muito bem colocado nas pesquisas? Ou será que ela sabe de alguma que não está muito ao seu gosto e demonstra que SERRA está descendo a Serra de Santos? Pedro Bueno 27 de outubro de 2009. http://buenomuybueno.blogspot.com/ http://oquepensabueninho.blogspot.com/
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SOMENTE 54% SERÃO TROCADOS? BOM SERIA SE FOSSEM UNS 70%

54% DOS SENADORES... No próximo ano, teremos 54% do senado tentando uma reeleição ou partindo para concorrerem aos governos de estados. Sinceramente acho que chegou o grande momento de nos livrarmos desses 54% de políticos, muitos deles com mais de cinco décadas se arrastando nesta nossa política nojenta, suja e frutos sem benefícios para a população ou muito pouco. Não desejo enumerar quem, qual o partido ou de qual ideologia. Esses, neste momento, deveríamos ter consciência de eliminá-los de vez. Depois do advento da Internet, principalmente, ficamos mais bem informados, pois temos tido chances de lermos e analisarmos melhor quem nesta política suja nos tem custado mais de 34 milhões de reais por ano, para somente tratarem de si e não do povo para o qual juraram lutar quando se candidataram para o Senado. Mas já me perguntaram: Mas quais os novos? Sei que ex-governadores serão os primeiros a se apresentarem a uma cadeira naquele parlamento. Lá parece que seja o último degrau da carreira política de muitos. Lá, por exemplo, estão Sarney, Pedro Simon, Jarbas Vasconcellos ( o da amnésia) e muitos outros mais. Mas alguns se salvarão e serão reeleitos, pois fazem parte de fortes grupos econômicos e mesmo político e também tem o apoio de forte mídia que os querem perpetuar devido a suas serventias de interesses de diversos modos. Mas desses, se nos livrarmos pelo menos de uns 70% já obteremos um bom resultado. Pena que os que lá estão ou os que forem reeleitos, sempre terão uma supremacia de comportamento sobre os novos que um dia também juraram lutar pelo bem estar de toda a Nação. Esses novatos ficarão sob as asas dos chamados “LIDERES” que são quem dão as cartas aos demais. Daí esses novos serão os futuros componentes do “baixo clero renovado”. Senador pode neste momento partir para ao invés de tentar uma reeleição, que está difícil devido composições partidárias então tentando governo estadual se torna atraente, sobretudo, porque o mandato no Senado tem duração de oito anos. Esses nada perdem tendo em vista que terão um ano ainda mais gosando das benesses que o cargo de senador lhe oferece, sendo de custo altíssimo para nós povo. Alguns deles têm, portanto, um conforto muito grande. Se ganharem tudo bem, se perderem retorna à sua cadeira de senador que somente se expirará em 2015. Senador deveria ser igual a Presidente da República, ou seja: quatro anos de mandato com direito a uma reeleição para o mesmo cargo. Depois disso que concorra para outro tipo de mandato parlamentar ou governo estadual. Pedro Bueno 8/10/2009 http://oquepensabueninho.blogspot.com/ http://buenomuybueno.blospot.com/
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EMPRESÁRIOS, ESTAMOS AQUI!

Segunda-Feira, 26 de Outubro de 2009 24/04/2007 - 00h00 Atualizada em 21/05/2007 - 11h54
Aposentado e poder de consumo
Milton Dallari* O aposentado está em alta no atacado e no varejo. De uns tempos para cá, seu poder de compra foi descoberto por empresas dos mais diversos ramos, interessadas em lucrar com uma parcela da população que antigamente só tinha seus gastos associados a remédios e supermercado. Ocorre que uma nova geração de aposentados tem empregado parte de seus rendimentos em viagens, eletrodomésticos e outras formas de lazer. Aos poucos, eles também passaram a chamar a atenção de bancos que oferecem empréstimos a juros menores que os praticados em geral – o que não significa que não sejam menos extorsivos, é bom destacar. Há 30 anos, a imagem do aposentado era completamente diferente. Quando se falava em alguém com mais de 50 anos, vinha logo na cabeça o sujeito com sandálias nos pés e uma vara de pescar mão. Com o aumento da expectativa de vida, o perfil dessas pessoas está mudando. Muitos sequer deixaram o mercado de trabalho com essa idade. E fazem isso porque são úteis ao empregador e ainda se sentem dispostos a ingressar em novos projetos. O aposentado deixa de ser um mero espectador da febre de consumo na sociedade e se transforma em alvo precioso para as empresas. Quem ainda não deixou o mercado, apesar de teoricamente ter direito ao benefício, tem a seu favor o fato de receber um salário mensal. Desde março, pode sacar também o FGTS mensalmente. Imagine como essa renda-extra poderá modificar a vida das pessoas que antes tinham de abrir mão de uma atividade profissional se houvesse interesse em sacar esse dinheiro para outros fins: ajudar na educação de um neto, reformar a casa ou até mesmo comprar uma TV maior e mais moderna para ver o futebol. Em algumas cidades do interior do país, a economia é movimentada pelas pensões e pelos benefícios pagos por governos e iniciativa privada. A tendência é que a importância desses recursos aumente ainda mais nas próximas décadas. Fundos de previdência municipal e estadual têm chamado a atenção de grandes bancos, sobretudo depois que a legislação permitiu que eles ficassem responsáveis pelo gerenciamento de recursos que, somados, ultrapassam a casa dos R$ 23 bilhões, segundo estimativas da Associação Brasileira de Instituições de Previdência Estaduais e Municipais (Abipem). O Ministério da Previdência contabiliza mensalmente o pagamento de 24,6 milhões de benefícios, dos quais apenas 8,1 milhões encontram-se acima do salário mínimo. Isso, porém, não significa que a grande maioria das pessoas seja desprezada pelos empresários. Pelo contrário. Os bancos e as financeiras travam uma batalha para atrair novos clientes dispostos a pegar dinheiro emprestado com taxas menores que as praticadas no mercado. O crédito consignado funciona se houver comprometimento do tomador do empréstimo, mas pode ser um tiro no pé se a pessoa se empolgar com a facilidade do crédito e não controlar suas despesas mensais. Diante desse cenário, o aposentado também deveria exigir maior contrapartida das empresas que lhe prestam serviços. Mais do que nunca, o momento é bom para colocar em discussão outros assuntos importantes, como a aplicação de alguns itens do Estatuto do Idoso, como a preferência de pagamento de precatórios e os descontos em ônibus interestaduais. Aos poucos, começamos a ser um pouco mais respeitados. Mas ainda falta muito para acabarmos com as injustiças e avançarmos em outras questões. * Milton Dallari é consultor empresarial, engenheiro, advogado e presidente da Associação dos Aposentados da Fundação Cesp. O e-mail para contato é o miltondallari@terra.com.br
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Entrevista do Secretario de Segurança Nacional.
Brilhante a entrevista do secretário Ricardo Balestreri,toda embasada em fatos concretos, e que elencou todas as ações do Ministério da Justiça no combate à violência no Brasil, sobretudo no Rio de Janeiro.Deixou bastante claro a cronicidade do problema da violência no país, sem um adequado tratamento por parte de inúmeros (des)governos passados e jogou por terra qualquer tentativa de mistificação do problema por parte de "especialistas" ou mesmo de segmentos da imprensa, que nitidamente querem imputar ao atual governo a culpa pelas graves mazelas da segurança pública no Brasil.Que bom que temos homens da estatura e do preparo do secretário Ricardo Balestreri em importantes cargos de comando no governo atual!
25/10/2009, 13:36h
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RECORD X FOLHA DE SÃO PAULO

Nosso meio de comunicação cada dia se divide mais, tudo em função até de marcar território. Há, também, uma certa revolta de um ou uns, de que quando no seu inicio, tivera seu desenvolvimento meio que atropelado por campanhas contrárias e isso foi dificultando seu crescimento. Hoje, diferentemente de uns 40 anos atrás, temos um outro panorama em termos de rede de TVs, tanto que há uma guerra muito violenta entre elas. Há pouco vimos e lemos Globo e Record numa luta meio que suicidas. Agora parte para outra briga, onde se deseja desqualificar um jornal por ter apoiado o regime militar de 64. Bem, cabe a cada um, principalmente aqueles que viveram o período, dar seus pareceres. O que penso. Apenas eu penso! http://oquepensabueninho.blogspot.com