PEDÁGIOS EM SÃO PAULO

PARTE DA NOSSA MIDIA QUER QUE SEJAMOS O PAÍS DO PASSADO

Oleo do Diabo Alquimistas midiáticos tentam transformar sucesso da diplomacia brasileira em fracasso Posted: 31 Oct 2009 09:12 AM PDT
Os alquimistas medievais estudavam como transformar uma substância qualquer, sem valor, em ouro. Nossos alquimistas midiáticos querem converter ouro em merda. Com o (aparente) fim da crise em Honduras, desenha-se um grande triunfo da diplomacia brasileira, que se posicionou de forma muito explícita, corajosa, dura, contra o golpe de Estado. A mídia e os diplomatas de pijama (todos ligados ao governo FHC) que ela foi buscar, todos, deram declarações confusas, débeis. Sem poder criticar o fato do Brasil ter recebido Zelaya, a mídia agora se concentra em atacar o fato do Brasil ter "permitido" que o presidente deposto fizesse discursos da embaixada brasileira. Ora, queriam o quê? Que o governo brasileiro mandasse costurar a boca de Zelaya? Ele é um político, um cidadão, o presidente do país. Tem todo o direito e a liberdade, e mesmo o dever, de se expressar. Ele é o representante máximo do povo hondurenho. Silenciar Zelaya, portanto, equivalia a silenciar o povo. O governo brasileiro até pediu para que ele fosse mais moderado em suas exortações, e ele foi. Mas ele não podia se calar. A atuação determinada do Brasil junto às organizações internacionais e junto ao governo americano foram determinantes para dar fim à crise em Honduras. Dá engulhos ler, nos jornais, as matérias tecendo loas aos EUA e denegrindo o Brasil. Os EUA é que estavam dúbios. O Brasil sempre foi firme. Se os EUA tivessem sido firmes como o Brasil, a crise teria sido resolvida antes. Quando os EUA resolveram seguir a posição brasileira, e deram um ultimato final à Micheletti, a crise acabou (aparentemente). Quando noticiou-se que Micheletti havia cedido, a comemoração dos zelayistas na Embaixada do Brasil foi gritar: Viva o Brasil! Viva Lula! Viva Zelaya! Sabe o que mais? A imprensa brasileira repercute pesquisas de intenção de voto dos candidatos a presidente em Honduras sem o mínimo cuidado de averiguar a cientificidade desses números. Um país deflagrado, no meio de uma crise, com a maior parte da população proibida de se manifestar, se reunir, sair à noite, com vários canais de comunicação fechados, como é possível a realização de pesquisas confiáveis de intenção de voto? Só agora, com a restituição de Zelaya e a normalização institucional do país, será possível apurar com um pouco mais de exatidão as inclinações eleitorais da população. Ecoando sempre os mesmos diplomatas de pijama, aqueles colonizados da era fernandista, os editoriais da mídia criticam a atuação do Brasil, a qual, todavia, é elogiada no mundo inteiro; e esquecem de criticar um crime político de conotações tenebrosas para a América Latina: um golpe de Estado. Quem está informado sobre Honduras, sabe que as acusações de que Zelaya pretendia permanecer no poder são mentirosas. Ele queria consultar a população sobre uma assembléia constituinte. O plebiscito não é uma invenção "bolivariana", esse adjetivo demoníaco que a imprensa agora deu para colar em qualquer coisa que não goste, o plebiscito é um instrumento legítimo da democracia. Existe no Brasil, existe em Honduras, existe em qualquer democracia. Esse golpe em Honduras serviu para mostrar como há um espírito falacioso, autoritário antidemocrático, que finge defender as leis enquanto as rasga. Serviu para nos lembrar de uma palavra muito comum na Roma republicana, leguleìus. Em português, leguleio, aquele que interpreta a lei servilmente, sem observar o espírito que a rege.
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PALANQUE PARA OS CACIQUES DO PSDB E DEM.

Apenas uma homenagem esse jatinho, nada mais Qual o título? Diante do que se propagou muito, por longos meses, principalmente sendo explorado politicamente pela fraca oposição, tudo num assunto meramente comercial e mais ainda, estritamente diplomático. Quis a oposição levar o assunto para a política interna, com extensas discussões em plenários vazios La no Senado, com tardes insossas onde ora era Jereissati, ora Mazonino ou outro senador, nunca faltando Arthur Virgilio. “Mas, “como na oposição para cada assunto é escalado um dos “caciques”, coube mais a Jereissati ser o” dono da bola”, e quando aparteado era por um dos seus, que nada acrescentava a não ser “corroborar” com as palavras “do grande senador”, porque não dizer o “cacique chefe”. A oposição aproveitava o momento em que Chávez também dava seus motivos de estar na mídia, só que internacional, diferentemente do senador Álvaro Dias, que adora um holofote, mas internamente, que está arriscado perder uma eleição no Paraná, devido ao seu fraco desempenho diante de tanto” furor” na questão CPI Petrobrás. Ontem, dia 29, justo quando Lula visitava a Venezuela, o Senado resolveu votar a entrada desse país no MERCOSUL. Tudo pura coincidência e até nisso a oposição fracassou tendo em vista que esta visita de Lula já estava há muito agendado. Nem isso a oposição teve competência, Então, mais ponto para Lula à custa de quem no fundo não acredita muito que seu escolhido tenha de fato 41% nas pesquisas. (O Serrote).Então ocorrem mancadas desse tipo. Mas no Senado Jereissati deve ter saído da sala de Comissão meio que chateado tamanho foi o banho que levou do líder do governo na sua explanação em defesa da entrada da Venezuela no MERCOSUL. Jereissati ainda tentou dar uma desqualificada no que apresentou o líder governista, mas não teve argumentos. O que apresentou para contestar foi tão fraco que em nenhum momento teve solidariedade de seus pares, quando se esperava ajuda, o que não ocorreu por parte de seus aliados. No final, como se era de esperar, 12 a favor da entrada da Venezuela no MERCOSUL, contra cinco votos contra. No mais, nesses meses todo o que a oposição conseguiu foi um palanque para seus “caciques” holofoteiros em detrimento dos deputados e senadores que nunca tem oportunidade de estarem á frente de projetos de maior repercussão, onde somente os donos do PSDB e DEM podem ser os “astros ou estrelas”. Narrativa fraca essa, não? Mas com essa oposição que nada tem mais de novo, pois não existem projetos e firmeza nas atitudes de seus “caciques” que até devem estar ansiosos para que dezembro chegue logo e vão pensar coisas novas para 2010. Enquanto isso Lula surfa nas ondas fracas dessa oposição. Pedro Bueno 30 de outubro de 2009.
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O QUE LULA FALOU DOS QUE PENSAM QUE AINDA SÃO FORMADORES.

Um eleitorado mais exigente
Política - Maria Inês Nassif Valor Econômico - 29/10/2009 Em 2006, a política eleitoral foi marcada pelo fenômeno de descolamento do voto dos humores da classe média urbana que, ao longo da história da República, funcionou como uma caixa de ressonância das elites econômicas. A ascensão ao mercado de consumo de uma grande parcela de excluídos, por meio do Bolsa Família, produziu uma autonomia do voto dos menos favorecidos em relação ao poder econômico e reduziu o papel de formadores de opinião das classes médias. De lá para cá, as políticas de valorização do salário mínimo adicionaram um outro componente social à realidade política: o ingresso nas classes médias de cidadãos originários da base da pirâmide que já estavam no mercado de consumo, mas que tinham acesso limitado a bens e mercadorias. Foram, portanto, dois dados importantes de mobilidade social distintos, cada um deles com poder de repercussão em uma eleição diferente. Nas eleições de 2006, o dado social predominante foi o ingresso ao mercado de consumo de grande parcela da população. Nas eleições de 2010, terá forte influência sobre o pleito a ascensão à classe média de grandes contingentes das camadas populares. Nos últimos sete anos, o país passou de uma situação de reduzidas classes médias e alta e amplas camadas na base da pirâmide - com forte concentração, nessas últimas, de famílias com baixíssima ou nenhuma renda. Quase às vésperas das eleições de 2006, as estatísticas começaram a acusar um forte efeito de desconcentração de renda do programa Bolsa Família, que atingia então os situados no último degrau da pirâmide de renda. Esse dado apenas tornou-se visível no auge do chamado Escândalo do Mensalão e o mundo institucional custou a entender que algo acontecia de diferente no universo social. A política foi sacudida por traumas intensos, cujo epicentro era o Congresso Nacional - em especial uma CPI que alimentava grandes cenas midiáticas que em algum momento chegaram a consolidar, entre letrados, a idéia de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva era tão destituído de sustentação política que caminhava para um impeachment, ou uma renúncia. Foram quase simultâneas as divulgações das pesquisas de opinião que acusavam um constante aumento de popularidade de Lula, em plena crise, e a divulgação de indicadores que comprovavam um efeito grande de mobilidade do Bolsa Família. Os fenômenos foram tão vinculados que foram necessárias várias pesquisas de opinião acusando aumento da popularidade de Lula para que a oposição se convencesse que o presidente não apenas estava no páreo, como era o franco favorito na disputa pela reeleição. O aumento da classe média brasileira no período seguinte é um dado ainda de difícil avaliação, que precisará ser devidamente considerado nas definições de estratégias de campanha de todos os candidatos às eleições presidenciais. O fato de os dois fenômenos terem acontecido num período governado por um único partido, e não ter ocorrido até o momento - nem no período de crise - um forte refluxo das condições objetivas de consumo desses setores, pode indicar que a candidata governista entra no mercado eleitoral como depositária de um legado. O conservadorismo da classe média, no caso dos ascendentes no governo Lula, tende a favorecer a candidata - o status quo agora é o PT, ao contrário de 2002. De outro lado, a ascensão à sociedade de consumo significa também acesso a bens de consumo ideológicos que mantinham esses setores à margem até agora. A informação, o acesso a tecnologias por onde elas transitam rapidamente e a exposição a diversas outras mídias expõem esses setores emergentes a conteúdos dos quais foram marginalizados enquanto estavam excluídos dessas tecnologias - e cuja inclusão não era alguma coisa que estava na agenda das elites políticas, que partiam do pressuposto, no jogo eleitoral, de que essas camadas eram cooptáveis via movimentos de emocionalização de uma classe média mais conservadora. Outro fator que pode contribuir para isso é o aumento progressivo de escolaridade, que caminha de forma constante desde os governos Fernando Henrique Cardoso. Os ganhos de distribuição de renda podem acelerar o processo de aumento de anos de estudo da população. Num contexto de maior escolaridade e maior renda, portanto, imagina-se que mudem também os critérios de escolha do voto. O julgamento do eleitor tende a passar por crivos que superem o simples ganho de renda - esse é um ganho passado e entram no cenário expectativas de ascensão social diferentes. Nesse contexto, pode adquirir importância grande a adesão a candidatos de setores da mídia convencional e não convencional - veiculada pela internet - e ganham peso maior os programas de propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão. Esse é um elemento novo no processo eleitoral. Dificilmente se volte a uma realidade onde as classes médias representem simplesmente uma caixa de ressonância das elites econômicas mas não necessariamente esse eleitorado tenderá à esquerda por ter ascendido no governo Lula. O dado concreto, no momento, é que esse eleitorado obrigará uma campanha eleitoral que agregue mais informações e argumentos eleitorais mais convincentes.
Maria Inês Nassif é repórter especial de Política. Escreve às quintas-feiras E-mail maria.inesnassif@valor.com.br O que penso. Apenas eu penso! http://oquepensabueninho.blogspot.com

QUERCIA LEVA 60 AO PALÁCIO DE SERRA

Deua na coluna do Noblat Leia os comentários: Quércia leva prefeitos do PMDB a Serra ‘É uma demonstração da aliança do partido com ele’, diz ex-governadorUm grupo de mais de 60 prefeitos do PMDB, de municípios paulistas, foi ontem ao gabinete do governador José Serra (PSDB) manifestar apoio a sua possível candidatura à sucessão do presidente Luiz Ináci>... Enviado por - 30/10/2009 - 6:26 Exibir 10 20 50 100 200 300 todos comentários. Apelido: Bueninho - 30/10/2009 - 7:08 Bem, meu caro Noblat, se isso também não é campanha antecipada então não entendo mais nada. Outro fato: logo com quem mesmo? Ah, sim, com o sr. Quércia. Como diria o Ancelmo Goes: Sim, nada contra, mas... Este comentário é ofensivo ou inapropriado? Denuncie aqui Páginas: 1 Clique aqui para comentar você também O que penso. Apenas eu penso! http://oquepensabueninho.blogspot.com

Joelmir quis dizer que foi para Miriam ou Sardenberg?

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O POVO DE LULA OU LULA DO POVO!

E ainda há os que não ssbem a razão dos 80% que Lula tem junto a população. Até os mais insenciveis ao ouvir o inicio de uma fala como essa mesmo que não desejando confessar, mas dirá: Ah se me candidato tivesse esse talento! Mas que talento, minha gente. Isso não é talento, mas sim saber que povo tem "cheiro", que tem cheiro de perfume, perfume da vida sofrida mas digna. Povo de calos nas mãos, povo que em muitas eleições acreditou nas falas emboladas, cheias de chavões difíceis e com isso, em outros tempos o povo humilde acreditava de boa fé. Hoje, minha gente, esse povo já sabe dicernir quem fala a verdade e a verdade para esse povo chama-se LULA> O que penso. Apenas eu penso! http://oquepensabueninho.blogspot.com

QUEREM CPI PARA FAZER CAMPANHA

OPOSIÇÃO DO NADA PORQUE NÃO QUER NADA, ESSA É A VERDADE "Não há mais sentido em continuar na CPI. Os governistas controlam a comissão e nos colocaram algemas", reclamou o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), autor do pedido de criação da comissão de inquérito. "O governo dominou completamente a CPI e "matou" a investigação", disse Tasso Jereissati (PSDB-CE). "Não deixam nem a transmissão das sessões pela televisão", completou Tasso. Pouco mais de dois meses depois do início das investigações da CPI, senadores da oposição declararam ontem que poderão recuar ainda mais nas investigações. Ao tomarem conhecimento de que o gerente-executivo de Serviços da Área de Exploração e Produção da Petrobras, Erardo Gomes Barbosa, não participaria da sessão de ontem, contrariando o roteiro de trabalho A reunião de ontem, depois de três semanas sem encontros da comissão, repetiu o cenário observado nas últimas sessões da CPI: plenário vazio, atraso para o início dos depoimentos e ausência até mesmo de senadores da oposição. A reunião começou sem o presidente da CPI, João Pedro (PT-AM), e com apenas Álvaro Dias. Dos onze titulares da comissão, oito são do governo. Os dois suplentes da oposição, Heráclito Fortes (DEM-PI) e Tasso Jereissati, não foram os mais assíduos nas sessões. A comissão foi instalada em 14 de julho, mas os trabalhos de investigação só começaram mesmo em meados de agosto. O relator, Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo, derrubou 68 requerimentos com pedidos de depoimentos e de informações da oposição. O governo descarta a possibilidade de prorrogar a CPI . Para a líder do governo no Congresso, Ideli Salvatti (PT-SC), todas as denúncias já foram investigadas "exaustivamente". O comando da CPI evita falar publicamente que encerrará a comissão em novembro. "Vamos combinar com o PSDB e DEM", disse João Pedro. A duração da CPI é de 180 dias e pode ser prorrogada pelo mesmo prazo.
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Ô "AÉRCIO, NÓIS TE QUER OCÊ AQUI IN MINIS, UAI!

Enviado por Lucia Hippolito - 28.10.2009 18h34m (O Globo) eleições 2010 Indefinição de Serra começa a incomodar O governador Aécio Neves não quer mais esperar. Afirmou que, se o PSDB não escolher o candidato até dezembro, através de prévias ou outros meios, lançará sua candidatura ao Senado em janeiro. O receio dos aliados de Aécio é o de que o governador José Serra possa recuar da decisão de se candidatar, caso a candidatura da ministra Dilma Rousseff cresça a ponto de ameaçar sua liderança nas pesquisas. O presidente Lula começou a arregaçar as mangas para valer. Enquadrou o PT nacional, aliou-se ao PMDB do Congresso e agora praticamente exige que os palanques estaduais dos dois partidos se submetam ao acordo nacional. Há inúmeros problemas no PT e no PMDB, mas nada que chegue a ameaçar o acordo. Afinal, o PMDB sempre teve um pé em cada canoa. Nem pisca quanto a isso. Faz o que quer nos estados enquanto fornece o candidato a vice de Dilma. Não tem como perder. Com a economia voltando à estabilidade e algum crescimento -- todos concordam que o Brasil está saindo da crise --, o governo federal terá um punhado de boas notícias para o eleitorado brasileiro ao longo de 2010. Naturalmente, isto é bom para a candidatura do governo e ruim para a candidatura da oposição. Tudo isto se confirmando, a situação fica desconfortável para Serra. O governador pode decidir candidatar-se a uma reeleição muito mais segura do que se aventurar numa eleição presidencial, tendo o presidente Lula como principal marqueteiro e cabo eleitoral da adversária. É aí que mora o perigo, raciocinam os aecistas. Se a oposição não se movimentar logo, anunciando o candidato, o campo fica inteiramente livre para a movimentação de Lula e Dilma. Mas se em março a candidatura de Dilma tiver crescido a ponto de provocar a desistência de Serra, Aécio teme ser escolhido como candidato para perder. Dada a "habilidade" da cúpula tucana para as articulações políticas, não é impossível que este cenário se concretize. Por isso mesmo, o governador de Minas prefere sair para uma eleição garantida para o Senado. Aécio é o governador mais bem avaliado do país, adorado em Minas. Tem 49 anos, pode candidatar-se novamente a governador em 2014, enquanto espera sua vez. Ou disputar a presidência da República. Até lá, muita coisa pode acontecer. Serra, por sua vez, receia anunciar já a candidatura à presidência e ver sua administração em São Paulo paralisada pela ação dos sindicatos. É uma decisão difícil. Mas é fraco o argumento do governador de que Dilma ainda não se assumiu como candidata e, portanto, ele tampouco teria que fazê-lo. Dilma é candidatíssima. Só não o será se houver uma hecatombe. Só falta o anúncio oficial. Já Serra... Não há, nem no campo do governo nem no campo da oposição certeza absoluta de que José Serra será mesmo candidato à presidência da República. O que parece é que o governador quer ter uma eleição garantida. Mas política é assumir riscos. Eleição, então, é salto triplo sem rede. Não dá para esperar ter tudo garantido. Aí não é eleição. É nomeação O que penso. Apenas eu penso! http://oquepensabueninho.blogspot.com

DEPUTADO JAIR BOLSONARO

Não sou muito simpático a esse deputado, mas que ele é abusado isso é! Mas tanto na Câmara como no Senado tem muita gente com rabo preso mesmo, por qual razão, então, iriam cassá-lo, se já deixaram de cassar muitos outros mais? Olha que esta cena foi de 2003.
Pedro Bueno Câmara absolve deputado que xingou Lula e Dilma Corregedoria arquiva oito denúncias contra Jair Bolsonaro (PP-RJ), que chamou presidente de “homossexual” e ministra de “assaltante”, e tripudiou busca por mortos na Guerrilha do Araguaia Maria do Rosário, Lula, FHC e Dilma são alguns dos alvos da artilharia pesada de Bolsonaro Lúcio Lambranho A Mesa Diretora da Câmara arquivou de uma só vez oito representações contra o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), acusado de dar declarações "violentas de ódio e desrespeito" em pronunciamentos na Casa, entre 2004 e 2005. O deputado foi denunciado por, entre outras coisas, chamar o presidente Lula de “homossexual” e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, de “especialista em assalto e furto”. O parecer que recomendou o arquivamento das representações, incluindo as declarações contra Lula e Dilma, é do corregedor da Casa, Antonio Carlos Magalhães Neto (DEM-BA). O corregedor sugeriu que o parlamentar fosse apenas “alertado" de que, em caso de reincidência, poderá responder a processo por quebra de decoro parlamentar. O deputado do PP também escapou de punição por ter afixado um cartaz em seu gabinete em que tripudia as buscas do governo federal por corpos dos desaparecidos na Guerrilha do Araguaia. Na legislatura passada, a Casa havia arquivado uma representação contra ele após uma briga com a deputada Mario do Rosário (PT-RS), que por pouco não terminou em agressão física. Jair Bolsonaro é um sobrevivente na Câmara. Em seu quinto mandato consecutivo na Casa, o deputado recebeu seis punições por causa de pronunciamentos agressivos e entrevistas polêmicas. Foram três censuras verbais e duas por escrito. Em todos os casos, escapou da abertura de processo de cassação do mandato. "Com que moral vão me cassar aqui?", provoca (leia mais). Veja outras declarações polêmicas do deputado Fonte: Congresso em Foco - 29/10/09 O que penso. Apenas eu penso! http://oquepensabueninho.blogspot.com

MAS O KASSAB.... MELHOR VER O VÍDEO

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CBN - A rádio que toca notícia - Lucia Hippolito

ANALISTAS OU CIENTISTAS POLITICOS E COMENTARISTAS OU PARTIDÁRIOS? Seria muito engraçado se de fato isso ocorrer. Mas como os oposicionistas não se entendem, cresce nos meios politicos ligados a Serra e Aécio um grande clima nervoso. O único que me parece continuar a fazer campanha contra o governo é o âncora da CBN Adalberto Piotto. Não se cansa e tem sempre na ponta da língua ou da "pauta que lhe passam" uma mudança de rumo arranja como mudar o curso, principalmente quando são noticias dadas por repórteres da casa. Lúcia tem tido outro comportamento últimamente. Lógico que não somos contra suas opiniões, mas as vezes derrapa de forma partidária por demais.
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MARINA, MORENA VOCÊ SE PINTOU...

Marina: CPI não pode investigar só o MST.

A senadora Marina já deu in início do ciclo de aborrecimento à oposição, mais aos ruralistas, ao fazer tal declaração lá de Washington, onde está em visita em interesses aos órgãos ambientais a nível internacional.

O pretenso namoro inicial da oposição, quando diversas personagens, principalmente do PSDB, fizeram rasgados elogios à ex-ministra, elogiando seu passado e coisas que tais. Tudo fruto de se conseguir simpatia de todos do partido verde, para onde Marina migrou e também dos simpatizantes da senadora, que devem acompanhá-la na nova empreitada no PV.

Mas, com essa declaração Marina deu a entender que mudou de partido, mas não de convicções. Dessa forma, os elogios iniciais à senadora, vão sendo deixados de lado, sem, no entanto, deixar de colocá-la no retrovisor para não perder uma oportunidade que possa surgir, ou seja, de Marina estar junto num segundo-turno, talvez.

Quanto aos Ruralistas, esses sendo gente em sua maioria do DEM, mais quietos estarão, pois são bastante inteligentes em saberem de que Marina mudou de partido, mas não mudou de fato, de sua luta, muito mais voltada para o meio ambiente que qualquer figura que pensa que seja mais que ela nessas convicções.

Pedro Bueno

28/10/2009

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A Miriam Leitão está brava!!! Sobrou pra o PSDB, para o DEM e vejam só: para o Serra. Na sua coluna de hoje no O Globo, diz que o Brasil tem governo demais e oposição de menos. Que Lula faz o que bem entende (parecer dela, claro), e que a oposição não reclama como devia com medo da popularidade do Presidente. Faz comparação da votação do Ministro Toffoli e outros de países como EUA e Inglaterra. Mas ela ainda continua a mencionar tudo que ocorre em países mais “avançados”, como nada fôssemos ainda. Ela pensa como nas décadas de 30/40 ou 50. Miriam se julga superior, tratando a nós todos como de país atrasado. Que nada mudou nesta terra depois de logos anos de submissão aos “grandes do passado negro” havido nesta nossa terra. Coitado do Serra levou bronca por ter participado da posse do novo Ministro. O Pré-Sal para Miriam foi um palanque montado para a Ministra Dilma. Coisa muito triste dessa senhora, que deve ter vivido naqueles tempos em que torciam para que Getulio não promulgasse o que hoje a nossa Petrobrás. Diante do tal “palanque para Dilma”. Miriam dá a MAIOR BRONCA no governador Aécio por ter participado e com maia raiva, a Miriam diz: “Aécio ainda batendo palmas”. Portanto, lá estava o PSDB. Mirim novamente dá UMA BRONCA EM SERRA pelas palavras simples e irônicas, sobre o que disse Lula na entrevista ao Kennedy de Alencar. Para Miriam deveria Serra sair falando o quê? Como já falei esse pessoal da imprensa contra Lula, já dá mostra de que subjugarão tanto Serra ou Aécio, se por acaso um dos dois ganhar a Presidência. Acham que devem ser consultados antes de qualquer ato. É um aviso. Vão querer mandar seja um como outro. Miriam, que aos poucos me parece estar abandonando a carreira de economia e agora dá entender que quer ser a mais nova representante AMBIETLIASTA. Fala com tamanha desenvoltura sobre a transposição do Rio São Francisco que muitos já devem até achando que terá uma pasta num “provável” governo do PSDB. Bem, melhor ficar por aqui, pois os amigos se não leram a coluna de Miriam deste dia 27 de outubro, leiam, pois vão se divertir. Teve um pequeno tópico que ela não perdoou nem o DEM. Será por ter o Presidente Rodrigo Maia dito que o DEM é mais Aécio? Que estará incomodando tanto a Miriam, se seu preferido está muito bem colocado nas pesquisas. Ou será que ele sabe de alguma que não está muito ao seu gosto e demonstra que SERRA está descendo a Serra de Santos? Pedro Bueno 27 de outubro de 2009. http://buenomuybueno.blogspot.com/ http://oquepensabueninho.blogspot.com/
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ELA ESTÁ MUITO BRAVA COM A OPOSIÇÃO, MAIS AINDA COM SERRA.

A Miriam Leitão está brava!!! Sobrou pra o PSDB, pra o DEM e vejam só: para o Serra. Na sua coluna de hoje no O Globo, diz que o Brasil tem governo demais e oposição de menos. Que Lula faz o que bem entende (parecer dela, claro), e que a oposição não reclama como devia com medo da popularidade do Presidente. Faz comparação da votação do Ministro Toffoli e outros de países como EUA e Inglaterra. Mas ela ainda continua a mencionar tudo que ocorre em países mais “avançados”, como nada fôssemos ainda. Ela pensa como nas décadas de 30/40 ou 50. Miriam se julga superior, tratando a nós todos como de país atrasado. Que nada mudou nesta terra depois de logos anos de submissão aos “grandes do passado negro” havido nesta nossa terra. Coitado do Serra levou bronca por ter participado da posse do novo Ministro. O Pré-Sal para Miriam foi um palanque montado para a Ministra Dilma. Coisa muito triste dessa senhora, que deve ter vivido naqueles tempos em que torciam para que Getulio não promulgasse o que hoje a nossa Petrobrás. Diante do tal “palanque para Dilma”. Miriam dá a MAIOR BRONCA no governador Aécio por ter participado e com maia raiva, a Miriam diz: “Aécio ainda batendo palmas”. Portanto, lá estava o PSDB. Mirim novamente dá UMA BRONCA EM SERRA pelas palavras simples e irônicas, sobre o que disse Lula na entrevista ao Kennedy de Alencar. Para Miriam deveria Serra sair falando o quê? Como já falei esse pessoal da imprensa contra Lula, já dá mostra de que subjugarão tanto Serra ou Aécio, se por acaso um dos dois ganhar a Presidência. Acham que devem ser consultados antes de qualquer ato. É um aviso. Vão querer mandar seja um como outro. Miriam, que aos poucos me parece estar abandonando a carreira de economia e agora dá entender que quer ser a mais nova representante AMBIENTALISTA. Fala com tamanha desenvoltura sobre a transposição do Rio São Francisco que muitos já devem estar achando que terá uma pasta num “provável” governo do PSDB. Bem, melhor ficar por aqui, pois os amigos se não leram a coluna de Miriam deste dia 27 de outubro, leiam, pois vão se divertir. Teve um pequeno tópico que ela não perdoou nem o DEM. Será por ter o Presidente Rodrigo Maia dito que o DEM é mais Aécio? Que estará incomodando tanto a Miriam, se seu preferido está muito bem colocado nas pesquisas? Ou será que ela sabe de alguma que não está muito ao seu gosto e demonstra que SERRA está descendo a Serra de Santos? Pedro Bueno 27 de outubro de 2009. http://buenomuybueno.blogspot.com/ http://oquepensabueninho.blogspot.com/
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SOMENTE 54% SERÃO TROCADOS? BOM SERIA SE FOSSEM UNS 70%

54% DOS SENADORES... No próximo ano, teremos 54% do senado tentando uma reeleição ou partindo para concorrerem aos governos de estados. Sinceramente acho que chegou o grande momento de nos livrarmos desses 54% de políticos, muitos deles com mais de cinco décadas se arrastando nesta nossa política nojenta, suja e frutos sem benefícios para a população ou muito pouco. Não desejo enumerar quem, qual o partido ou de qual ideologia. Esses, neste momento, deveríamos ter consciência de eliminá-los de vez. Depois do advento da Internet, principalmente, ficamos mais bem informados, pois temos tido chances de lermos e analisarmos melhor quem nesta política suja nos tem custado mais de 34 milhões de reais por ano, para somente tratarem de si e não do povo para o qual juraram lutar quando se candidataram para o Senado. Mas já me perguntaram: Mas quais os novos? Sei que ex-governadores serão os primeiros a se apresentarem a uma cadeira naquele parlamento. Lá parece que seja o último degrau da carreira política de muitos. Lá, por exemplo, estão Sarney, Pedro Simon, Jarbas Vasconcellos ( o da amnésia) e muitos outros mais. Mas alguns se salvarão e serão reeleitos, pois fazem parte de fortes grupos econômicos e mesmo político e também tem o apoio de forte mídia que os querem perpetuar devido a suas serventias de interesses de diversos modos. Mas desses, se nos livrarmos pelo menos de uns 70% já obteremos um bom resultado. Pena que os que lá estão ou os que forem reeleitos, sempre terão uma supremacia de comportamento sobre os novos que um dia também juraram lutar pelo bem estar de toda a Nação. Esses novatos ficarão sob as asas dos chamados “LIDERES” que são quem dão as cartas aos demais. Daí esses novos serão os futuros componentes do “baixo clero renovado”. Senador pode neste momento partir para ao invés de tentar uma reeleição, que está difícil devido composições partidárias então tentando governo estadual se torna atraente, sobretudo, porque o mandato no Senado tem duração de oito anos. Esses nada perdem tendo em vista que terão um ano ainda mais gosando das benesses que o cargo de senador lhe oferece, sendo de custo altíssimo para nós povo. Alguns deles têm, portanto, um conforto muito grande. Se ganharem tudo bem, se perderem retorna à sua cadeira de senador que somente se expirará em 2015. Senador deveria ser igual a Presidente da República, ou seja: quatro anos de mandato com direito a uma reeleição para o mesmo cargo. Depois disso que concorra para outro tipo de mandato parlamentar ou governo estadual. Pedro Bueno 8/10/2009 http://oquepensabueninho.blogspot.com/ http://buenomuybueno.blospot.com/
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EMPRESÁRIOS, ESTAMOS AQUI!

Segunda-Feira, 26 de Outubro de 2009 24/04/2007 - 00h00 Atualizada em 21/05/2007 - 11h54
Aposentado e poder de consumo
Milton Dallari* O aposentado está em alta no atacado e no varejo. De uns tempos para cá, seu poder de compra foi descoberto por empresas dos mais diversos ramos, interessadas em lucrar com uma parcela da população que antigamente só tinha seus gastos associados a remédios e supermercado. Ocorre que uma nova geração de aposentados tem empregado parte de seus rendimentos em viagens, eletrodomésticos e outras formas de lazer. Aos poucos, eles também passaram a chamar a atenção de bancos que oferecem empréstimos a juros menores que os praticados em geral – o que não significa que não sejam menos extorsivos, é bom destacar. Há 30 anos, a imagem do aposentado era completamente diferente. Quando se falava em alguém com mais de 50 anos, vinha logo na cabeça o sujeito com sandálias nos pés e uma vara de pescar mão. Com o aumento da expectativa de vida, o perfil dessas pessoas está mudando. Muitos sequer deixaram o mercado de trabalho com essa idade. E fazem isso porque são úteis ao empregador e ainda se sentem dispostos a ingressar em novos projetos. O aposentado deixa de ser um mero espectador da febre de consumo na sociedade e se transforma em alvo precioso para as empresas. Quem ainda não deixou o mercado, apesar de teoricamente ter direito ao benefício, tem a seu favor o fato de receber um salário mensal. Desde março, pode sacar também o FGTS mensalmente. Imagine como essa renda-extra poderá modificar a vida das pessoas que antes tinham de abrir mão de uma atividade profissional se houvesse interesse em sacar esse dinheiro para outros fins: ajudar na educação de um neto, reformar a casa ou até mesmo comprar uma TV maior e mais moderna para ver o futebol. Em algumas cidades do interior do país, a economia é movimentada pelas pensões e pelos benefícios pagos por governos e iniciativa privada. A tendência é que a importância desses recursos aumente ainda mais nas próximas décadas. Fundos de previdência municipal e estadual têm chamado a atenção de grandes bancos, sobretudo depois que a legislação permitiu que eles ficassem responsáveis pelo gerenciamento de recursos que, somados, ultrapassam a casa dos R$ 23 bilhões, segundo estimativas da Associação Brasileira de Instituições de Previdência Estaduais e Municipais (Abipem). O Ministério da Previdência contabiliza mensalmente o pagamento de 24,6 milhões de benefícios, dos quais apenas 8,1 milhões encontram-se acima do salário mínimo. Isso, porém, não significa que a grande maioria das pessoas seja desprezada pelos empresários. Pelo contrário. Os bancos e as financeiras travam uma batalha para atrair novos clientes dispostos a pegar dinheiro emprestado com taxas menores que as praticadas no mercado. O crédito consignado funciona se houver comprometimento do tomador do empréstimo, mas pode ser um tiro no pé se a pessoa se empolgar com a facilidade do crédito e não controlar suas despesas mensais. Diante desse cenário, o aposentado também deveria exigir maior contrapartida das empresas que lhe prestam serviços. Mais do que nunca, o momento é bom para colocar em discussão outros assuntos importantes, como a aplicação de alguns itens do Estatuto do Idoso, como a preferência de pagamento de precatórios e os descontos em ônibus interestaduais. Aos poucos, começamos a ser um pouco mais respeitados. Mas ainda falta muito para acabarmos com as injustiças e avançarmos em outras questões. * Milton Dallari é consultor empresarial, engenheiro, advogado e presidente da Associação dos Aposentados da Fundação Cesp. O e-mail para contato é o miltondallari@terra.com.br
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Entrevista do Secretario de Segurança Nacional.
Brilhante a entrevista do secretário Ricardo Balestreri,toda embasada em fatos concretos, e que elencou todas as ações do Ministério da Justiça no combate à violência no Brasil, sobretudo no Rio de Janeiro.Deixou bastante claro a cronicidade do problema da violência no país, sem um adequado tratamento por parte de inúmeros (des)governos passados e jogou por terra qualquer tentativa de mistificação do problema por parte de "especialistas" ou mesmo de segmentos da imprensa, que nitidamente querem imputar ao atual governo a culpa pelas graves mazelas da segurança pública no Brasil.Que bom que temos homens da estatura e do preparo do secretário Ricardo Balestreri em importantes cargos de comando no governo atual!
25/10/2009, 13:36h
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RECORD X FOLHA DE SÃO PAULO

Nosso meio de comunicação cada dia se divide mais, tudo em função até de marcar território. Há, também, uma certa revolta de um ou uns, de que quando no seu inicio, tivera seu desenvolvimento meio que atropelado por campanhas contrárias e isso foi dificultando seu crescimento. Hoje, diferentemente de uns 40 anos atrás, temos um outro panorama em termos de rede de TVs, tanto que há uma guerra muito violenta entre elas. Há pouco vimos e lemos Globo e Record numa luta meio que suicidas. Agora parte para outra briga, onde se deseja desqualificar um jornal por ter apoiado o regime militar de 64. Bem, cabe a cada um, principalmente aqueles que viveram o período, dar seus pareceres. O que penso. Apenas eu penso! http://oquepensabueninho.blogspot.com

DOIS TÓPICOS DÁ A CLAREZA DE LULA.

KENNEDY ALENCAR no final de sua coluna de hoje disse: Na entrevista à Folha, publicada na quinta-feira 22/10, o presidente Lula teve o mérito de não se comportar como fariseu. Constatou uma triste realidade do sistema político e discorreu com franqueza sobre câmbio, juros, poupança, crise econômica, interferência do Estado na iniciativa privada, imprensa, futebol etc. A entrevista retrata um presidente maduro e explica por que ele faz um governo bem avaliado e aprovado pela maioria da população. Lula se expôs com sinceridade e clareza de pensamento, algo incomum em entrevistas desse tipo. O petista não se escondeu. O governador de São Paulo, José Serra (PSDB-SP), tem razão. A entrevista mostrou bem quem Lula é. E a fotografia saiu mais positiva do que negativa, apesar dos fariseus.
Comentário meu:
Os dois tópicos acima foram retirados da Coluna do Kennedy Alencar, Folha do dia 24, que dá uma síntese do que foi de fato a entrevista com o Presidente Lula, no dia 21 ou 22 deste outubro que já está se findando, como o ano de 2009, que muitos estão é ansiosos que 2010 chegue logo e aí o assunto de quem é ou não o candidato do PSDB estará já conversado ou quase resolvido. Acrescento quase, visto que esse partido tem uma semelhança de alguém que dificilmente sai de cima do muro, a não ser através e um empurrão. Pedro Bueno 24/10/2009 http://oquepensabueninho.blogspot.com/
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ENTÃO, FHC, NO SEU TEMPO ERAM JUDAS OU FARISEUS?

23/10/2009 - 20h22 FHC diz que governo tem mais "fariseus do que cristãos" BRENO COSTA da Agência Folha, em Belo Horizonte
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou hoje, em Belo Horizonte, que a aliança montada pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva parece possuir "mais fariseus do que cristãos", em referência a declarações do presidente dadas à Folha ontem. Na ocasião, Lula falou que, no Brasil, "Jesus teria de chamar Judas para fazer coalizão". Segundo o tucano, "pessoas atrasadas" na política sempre existirão e elas "não podem ser jogadas fora, fazem parte do jogo". FHC disse, porém, nunca ter feito aliança com "Judas". "O ruim é quando você faz alianças espúrias, quando são feitas não para um programa para a eleição, mas depois da eleição e para ganhar votos no Congresso. E, quando chega o momento, parece que tem mais fariseus do que cristãos. Aí fica difícil, inverte a lógica. Em vez de puxar o atraso para melhorar, você que é puxado pelo atraso. Isso não aconteceu comigo", afirmou. O ex-presidente disse ter estabelecido a coalizão de sustentação de seu governo (1995-2002) antes das eleições, com "um partido que era um grande partido [PFL, atual DEM]".
Obs. FHC com outras palavras falou a mesma coisa que Lula. Diferente? No quê? Ah, pessoas atrasadas na politica sempre existirão. Elas não podem ser jogadas fora, fazem parte do jogo". Muito bem, sr. FHC, então ACM, Renam, Sarney, Jader Barbalho esses são apenas fariseus ou Judas, no seu conceito? Ou são pessoas atrasadas, que não podem ser jogadas fora? E o Quércia, o que deve ser hoje para FHC?
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QUANDO A NOTICIA NÃO SE CONFIRMA E OUTRAS...

GARANTO que essa foto não foi tirada em Minas.
Coisas noticiadas e não confirmadas. Há um grande número de renomados jornalistas que jogam uma noticia no ar e ficam loucos para que ela “pegue”. Se “pegar” voltam outras vezes ao mesmo assunto sempre ressaltando de que: ”conforme noticiamos”... Caso contrário “colocam a viola no saco” e bico fechado, partindo para outra loteria. No dia 20, agora, outubro, na coluna do Panorama Político, diz que Lula não deverá se afastar do governo durante a campanha eleitoral. “Um de seus mais próximos assessores” diz que ele, Lula, adora governar e que vai exercer seu mandato até o último dia de seu governo. “Requentou e voltou ao mesmo assunto”. Na mesma coluna diz que Eike Batista não tem toda essa proximidade com o governo e com Lula. Seus assessores (quais?) dizem que Eike na verdade surfou na onda na crise da Vale. (Sempre um assessor não identificado). Na clara intenção de atacar o Presidente Lula, o jornalão abriu meia página ao Ministro do STF que diz que Lula está testando o SJE. O Ministro dá seu parecer como estivesse até julgado um fato publicamente. Também o jornalão fala das quantidades de ausências de Brasília do Presidente Lula, como que para se governar não pudesse se arredar da cadeira presidencial em Brasília. Então há de se perguntar por qual razão nunca se falou das ausências de Aécio Neves e também do Ministro, que viaja mais que piloto de aviação comercial? O Ministro deve ser um gênio para dar seus pareceres em julgamentos, pois quase sempre está ausente La do STF. Disseram-me que seus assessores já lhes dão os pareceres escritos e... Aécio é até um caso especial de amor pelo Rio de Janeiro e muito mais pela Europa. Como viaja o menino governador, que logo no inicio de seu primeiro mandato fez crítica a Lula pelas suas viagens. Depois... Pedro Bueno 23/10/2009 http://oquepensabueninho.blogspot.com http://buenomuybueno.blogspot.com O que penso. Apenas eu penso!

SURGIU UMA DEFESA DE LULA NA OPOSIÇÃO.

Ontem a noite, já tinha ouvido esses comentários de Lucia Hippolito, mas novamente hoje pela manhã e aí até achei mais estranho, ainda. Poucas vezes ou quase nenhuma, comentaristas desta emissora nunca fazem uma defesa do Presidente Lula, seja de que forma for. No mínimo fazem ironias quanto as suas atitudes. Seria Lúcia a escalada para de certa forma amenizar a repercussão com a frase dita na entrevista à Kennedy Alencar? Os demais, com toda aquela "liberdade de expressão" que todos os jornalista têm, seriam os "atacantes ou os incentivadores" para jogar as religiões e seus adéptios contra o que disse o Presidente? O que Lula disse posso dizer que se trata de metáfora muito usada, mas que agora querem dar outra conotação politica, nada mais. Cabe uma pergunta: Da entrevista só sobrou isso de tão significativo? O que penso. Apenas eu penso! http://oquepensabueninho.blogspot.com

QUANDO O FEDERAL FAZ PUBLICIDADE É...

AFINAL o que é isto, meus caros paulistanos?
Mas quando é Serra que gasta em publicidade é estímulo e prestação de conta. Quando o Federal inaugura alguma coisa é campanha antecipada. Quando Serra faz publicidade da SADESP até no Piauí é o que? No fringir dos ovos, Serra está mesmo é fazendo publicidade antecipada para sua reeleião ao governo de São Paulo. O que penso. Apenas eu penso! http://oquepensabueninho.blogspot.com

A LIBERDADE DE OPINIÃO NÃO VALE PARA JORNALISTA.

E nosso valente Nassif, já deu sua zoada.Acesse oleododiabo.blogspot.com
A liberdade de opinião não vale para o jornalista Posted: 22 Oct 2009 10:34 AM PDTEste blog deve cometer muitos erros. Mas fazer como Marco Augusto Gonçalves, ontem na Folha, que afirmou (e não era metáfora) que artistas pagam para expor no MASP, acho que nunca fiz. É impressionante como esses jornais perderam a preocupação com a veracidade. Hoje a Folha é obrigada a publicar, na seção Erramos, uma notinha desmentindo a informação dada por Gonçalves ontem, e também uma cartinha irada do diretor do MASP, acusando o jornalista da Folha de causar enorme prejuízo a produtores, artistas e patrocinadores. Acho que prejuízo também é exagero. O cara do MASP ficou nervoso. Mesmo assim, continuo pasmo de ver como a imprensa corporativa tornou-se condescendente e tolerante com todo o tipo de erro, desde que, é claro, o jornalista vista a camisa ideológica da empresa. A profissão do jornalista, definitivamente, passa por um dos piores momentos de sua história. Por isso abandonei esse barco a tempo. Aliás, eu só continuei porque meu caso era diferente, eu era especializado em café. Mesmo assim, a falta da liberdade, na categoria, me doía, me humilhava. O jornalismo perdeu o pouco de dignidade que um dia possuiu. Zelador, gari, advogado, professor, vendedor, todos podem expressar a sua opinião política com relativa liberdade. Os trabalhadores vendem a sua força de trabalho, física e mental, mas mantém um espaço de liberdade política. Os jornalistas vendem a sua liberdade. Suprema ironia: a liberdade de expressão e opinião vale para todos, menos para os jornalistas, que são forçados, pelos grilhões econômicos, pela insegurança trabalhista, a silenciar o que pensam ou a reproduzir opiniões que não são as suas, e sim de seus patrões ou dos interesses que eles representam. É essa falta de liberdade que está por trás do rancor crescente que assistimos na imprensa. O festival de ódio e mau humor que nos assusta em Miriam Leitão, Clóvis Rossi, Merval Pereira, é fruto da consciência atormentada, a consciência envergonhada do escravo. Um sujeito pode até ser um reacionário, um direitista, mas essa liberdade apenas estaria patente se escrevesse num jornal que admitisse também a opinião contrária. Alguns de vocês podem rebater dizendo que a Caros Amigos também não deixa publicarem opiniões divergentes. E quem disse que eu acho a Caros Amigos um exemplo? No quesito liberdade do colunista, a situação é parecida em toda imprensa, mas é muito mais draconiana nos jornais corporativos, conservadores. A Caros Amigos é uma revista mensal, e seus colunistas, em geral, não são empregados da revista, e sim colaboradores. É muito diferente do que ser empregado de um jornal diário, e vender diariamente a sua consciência, a sua opinião política. Vocês dirão também que, a essa altura do campeonato, os jornalistas que sobraram na grande imprensa pensam igual a seus patrões. Não concordo. Acho impossível um assalariado partilhar da mesma ideologia de um milionário. Mas, mesmo que eles concordem em vários pontos, isso não muda muito, porque o triste, a meu ver, é a falta de condições de liberdade; ou seja, a ausência de um espaço para aquele jornalista, eventualmente, mudar de opinião. Eu nunca trabalhei na grande imprensa. Nem quero. Nem por um milhão de reais por mês. Apenas trabalharia se constasse, no meu contrato, que eu poderia ter a opinião que desejasse, e não ser discriminado por isso, e não pudesse ser demitido por essa razão. Mas tenho amigos e parentes que já trabalharam por muitos anos nessas empresas. Defendo que os jornalistas se organizem melhor como categoria, que fortaleçam os sindicatos, e elaborem um novo estatuto profissional, que dê mais segurança ao jornalista em sua relação com a empresa onde trabalha. Naturalmente, uma empresa tem o direito de demitir o jornalista quando quiser. Nunca irá alegar discriminação ideológica ou política; inventará outro pretexto. Mas é preciso criar obstáculos a essa perseguição, seja através do aumento da indenização, seja através da necessidade de explicações bem fundamentadas para a demissão. Enfim, o jornalista tem que olhar para os lados e ver que advogados, engenheiros, zeladores, metalúrgicos, possuem sindicatos fortes. Ai de quem não quiser pagar uma hora extra a um zelador! Ai de quem se recusar a pagar os direitos de um trabalhador na agricultura! Já repórteres, fotógrafos e diagramadores de jornais entregam suas horas extras, seu tempo, sua vida, alegremente a seus patrões, caladinhos, submissos, covardes. Nos últimos 20 anos, os sindicatos - no Brasil - se reorganizaram e se fortaleceram em todos os setores do mundo do trabalho. Os jornalistas seguiram na contra-mão. E quem patrocina essa política de desunião? As estrelas do colunismo. Cansei de ler matérias de Miriam Leitão espinafrando os sindicatos e a federação dos jornalistas. Claro, ela ganha 200 mil reais por mês, enquanto a maioria absoluta dos jornalistas vivem condições de trabalho degradantes.Acesse oleododiabo.blogspot.com
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BLOG DO NOBLAT

FRASE DO DIA “Se Jesus Cristo viesse para cá, e Judas tivesse a votação num partido qualquer, Jesus teria de chamar Judas para fazer coalizão.” Lula Comente Ler comentários (234) Apelido: Bueninho - 22/10/2009 - 22:38Todos os "sábios" que são contra Lula, no fundo bem que sabem que Lula, claro, falou de forma figurativa. Lógico! Quantos desses raivosos já não usaram certas expressões figurativas, tais como: meu amigo, essa nem Jesus te salva. Claro que qualquer coisa que nos ocorra Ele nos salvará, mas pior que todos estão colocando Jesús nessa nossa política, inclusive nós que estamos comentando agora neste blog. Este comentário é ofensivo ou inapropriado? Denuncie aqui Já que muitos leitores entraram na onda do Noblat, do O Globo, então coloquei, também, minha opinião. Tudo por uma declaração de Lula que fala da coalizão PT e PMDB, quando inquirido sobre a aliança, respondeu de que para governas esse país, e se fosse Jesus o Presidente, teria que fazer até acordo com Judas para poder governar, Lula, como sempre, usa o seu linguajar muito popular, mas que a mídia do contra se aproveita e agrada os “sábios” que jamais irão gostar de Lula, mas foram nesses 7 anos os que mais ganharam dinheiro, Mas essa mídia também faz sua política extemporânea da mesma forma que acusa o Presidente. Imprensa partidária é isso. Não muda nunca. Perder poder quem governou desde os tempos do Império é muito difícil de acostumar. Ainda mais nesses tempos que muitos que antes eram apenas eleitores e não participes dos resultados do país estão vendo diferente as coisas acontecerem.
Pedro Bueno
22/10/2009 O que penso. Apenas eu penso! http://oquepensabueninho.blogspot.com

A QUEM OBEDERCER? ou torcer?

kASSAB, o politico que não tem asas para voar, não sabe se obedece o "cacique vovô ou seu pai adotivo na politica". Cacique vovô todos sabem quem seja, mas na dúvida digo logo que se trata de Jorge Bornhausen. Sim, aquele que em 2006 disse que: "
VAMOS ACABAR COM AQUELA RAÇA"
22/10/2009 - 18h40 Kassab minimiza apoio de parte do DEM a Aécio e diz que torce por candidatura de Serra da Folha Online O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), minimizou hoje a manifestação de apoio de parte do DEM à pré-candidatura do governador de Minas, Aécio Neves (PSDB), para a Presidência. Kassab é afilhado político do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), que disputa com Aécio a indicação do PSDB para encabeçar a chapa tucana. "O DEM, legitimamente, tem líderes que entendem que o caminho tem que ser para um lado ou para o outro. Entendo que tem um 'time' para definições. Entendo que não é hora do governador Serra examinar essa questão. Ele é governador de São Paulo. [...] Torço para que ele seja candidato. Tenho o maior respeito por ele. [...] Torço por ele. [...] Como brasileiro, queria vê-lo eleito. E tenho respeito pelos que não tem essa opinião." Ele afirmou que fará o que puder para que Serra saia candidato. "Serra não é candidato, Torço para que seja, O que puder para fazer, o que estiver a meu alcance, eu farei [para que ele seja candidato]." Kassab disse que a aliança do PT com o PMDB não atrapalha a eventual coligação DEM-PSDB para 2010. "O Brasil é um país com dimensões muito grandes. É natural que partidos não tenham uma unidade nacional. Que tenham programas nacionais, mas regionalmente isso não seja reproduzido. Em São Paulo temos uma aliança também natural com o PMDB, explicável e correta. Não vejo incompatibilidade no PMDB ter aliança aqui com o governador José Serra e, nacionalmente." Ele rebateu a declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que relacionou o favoritismo de Serra nas pesquisas ao recall de eleições anteriores. "No caso de Serra não é recall, é a avaliação da população em relação ao seu desempenho e à torcida para que seja presidente."
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QUANTAS VEZES ESCREVEM O NOME LULA?

Inquietação. O prefeito Kassab e o ex-presidente do DEM passaram o dia de ontem, segunda-feira, (dia de trabalho e não de se preocupar com coisas para 2010). Boa essa, não? Mas como dizia, passaram o dia de ontem tudo na tentativa amenizar ou mesmo abafar de vez o descontentamento dentro do DEM. Sendo que os dois, Kassab e Bornhausen pensam de que não se deve mais se preocupar, pois o candidato do PSDB a Presidente somente sai em março de 2010. Pergunta-se, como fica então, a opinião de Rodrigo Maia, quando declarou que há uma preferência por Aécio? Ou tanto Kassab quanto Bornhausen já tem seu candidato, mas não podem mencionar preferência. Mas o fato é claramente muita gente do DEM ainda prefere Aécio. Esta falta de decisão do PSDB e agora com o pensamento de quem de fato manda no DEM (Bornhausen), deixou alguns que estão doidinhos para formar palanques, como é o caso do Ronaldo Caiado de Castro, que inclusive afirmou que nem quer saber de Marconi Pirillo (O Globo, Panorama Político). Ver, ouvir e nada entender. Agora à tarde, ao chegar em casa, como sempre ligo a TV. Senado, muitas das vezes para ver e ouvir as baboseiras de Mão Santa. Parece- me que deram mais uma folga para ele comemorar seu aniversário por isso estava ausente. Ainda bem que fiquei livre de ouvi-lo. Mas, sempre tem um, mas... Desta vez adorei ouvir e ver o senador ACMJUNIOR. Um homem que nos custa mais de 34 milhões de reais ano para se enrolar todo numa tentativa de falar de que os 2% de taxação que o governo está aplicando aos que vierem com dólar para o Brasil apenas para jogarem com o especulativo, foi de doer à paciência. Muita enrolação e ninguém para ajudá-lo. Se entrei sem saber, saí sabendo menos ainda. Quantas vezes? Hoje estive pensando por qual razão Lula está com todo esse apoiamento Ed uma afinação com mais de 81% dos que o apóiam? A mídia do contra diz que ele não sai das manchetes. Mas quem faz as manchetes? Não é a própria mídia de todos os tipos? Mas o sentido da pergunta: Se um dia desses, se tiver paciência, vou tentar contar quantas vezes o jornalão do Rio, escreve o nome Lula. Até posso apostar que se fosse contar o que saiu nesta terça-feira, dia 20 de janeiro, mais ou menos umas 1000 vezes não estaria muito errado. Já escrevi e posso afirmar de que quando Lula não for mais Presidente, muita gente da nossa imprensa do contra não ficará desempregada, tudo por conta de que estarão sempre vigilantes para seguir os passos do ex-presidente Lula. Lula continuará a ser noticia sempre. Pedro Bueno 21/10/2009 http://oquepenabueninho.blogspot.com/ http://buenomuybueno.blogspot.com/
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LATRI=OCÍNIOS EM SÃO PAULO MAIOR QUE 2008

Em SP, número de latrocínios já supera total de 2008AE - Agencia EstadoSÃO PAULO -
Os casos de latrocínio (roubo seguido de morte) registrados na capital paulista de janeiro a setembro deste ano já superaram os computados em todo o ano passado, segundo dados obtidos pelo Jornal da Tarde. Foram 73 contra 69. Na comparação entre os três primeiros trimestres de 2009 com igual período de 2008 (51 ocorrências), o crescimento foi de 43%. O número, porém, pode aumentar, pois pelo menos dois boletins de ocorrência foram elaborados como outros tipos de crime.O JT apurou que a Polícia Civil registrou 21 latrocínios em São Paulo de julho a setembro deste ano. Os dados são do Infocrim (Informações Criminais), uma ferramenta desenvolvida pela Secretaria da Segurança Pública (SSP) para mapear e combater a criminalidade no Estado. No primeiro trimestre de 2009 foram computados 27 casos e no segundo trimestre, 25, totalizando os 73 casos. As estatísticas oficiais do terceiro trimestre devem ser divulgadas no dia 30.Os números obtidos pelo JT mostram que a maioria dos latrocínios registrados no terceiro trimestre de 2009 na capital ocorreu na zona leste. Foram nove casos nas regiões do Belém, Penha, Vila Matilde, Carrão, São Matheus (dois), Parque São Jorge, Vila Formosa e Cidade A.E. Carvalho.A Polícia Militar (PM) informou, por meio do capitão Emerson Massera, da Assessoria de Imprensa da corporação, que a maior parte das vítimas de latrocínio é atacada em veículos. "A prevenção desse tipo de crime realmente é difícil. O assaltante, geralmente, é um pequeno criminoso, desastrado e despreparado. Não tem equilíbrio emocional e quase sempre está mais nervoso do que a vítima", afirmou o oficial.SubnotificaçãoPelo menos duas ocorrências em que as vítimas morreram durante assalto se encontram registradas de forma diferenciada pela polícia. Isso significa que os casos de latrocínio somados na capital paulista no terceiro trimestre deste ano podem passar dos 21 e superar os registrados pela polícia em igual período do ano anterior.reportagem procurou a Secretaria da Segurança para falar sobre os problemas de notificação e os números de latrocínios, mas a pasta preferiu não se manifestar e disse que vai esperar a divulgação oficial dos dados. As informações são do Jornal da Tarde. Você votou no Serra? Azar o nosso agora, azar de quem não votou. Esse é o retrato da incompetência do Serra em governar SP.Isso é o PSDB e seu rabo o DEM, governando SP por décadas.
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O GLOBO FALA DO FILME DA VIDA DE LULA

Foto do O Globo online.
Lula não sai da mídia. A imprensa (determinada), fala que Lula é o tal em função de estar sempre exposto. Agora se pergunta: sem Lula o noticiário político fica vazio. Também tem desse tipo de reportagem que é feita justamente para fustigar os que são contra Lula. Tudo provocado pela própria mídia.Quando Lula sair do governo vamos ver um batalhão de gente da imprensa para seguir seus passos. Lula manterá o emprego de muita gente da média.
Sinceramente hoje nada me animava a escrever em meu blog. Primeiro que tive que sair bem cedo e retornado agora as 19 h. Como sempre, vou ouvir a gravação de alguns comentaristas poliicos da CBN. (Por sinal são de uma isenção total). Agora abri O Globo online e vejo uma reportagem sobre o filme da vida de Lula. Daí, nem as briguinhas entre PSDB e DEM são mais interessantes que ver o que diz essa reportagem. O que está acima, no primeiro tópico, foi o comentário que deixei no jornal. Então não é mesmo pra castigar ou fustigar todos que são contra Lula? Quem mais publica coisas do Lula não são os próprios da oposição?
È gente, ninguém de sã consciência poderá afirmar que Lula não será manchete todos os dias, quando já não estiver mais na Presidência. Lula sempre será matéria de primeira página. Lula será a salvação de muita gente da imprensa. Os jornais e demais órgãos de comunicação terão que manter muita gente para seguir os passos de Lula. E sabem de uma coisa: VÃO DIZER QUE LULA NÃO SAI DAS MANCHETES e por isso está sempre bem nas pesquisas. srsrsrsrsr.
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BANDA LARGA PARA OS MAIS POBRES? HUMMM...

Banda larga popular do governo paulista é inferior a determinação da ONU Infra-Estrutura Programa elaborado pelo governador José Serra de oferecer acesso à internet rápida, por R$ 29,80 e com mínimo de 200 Kbps, não condiz com a determinação da União Internacional de Telecomunicações, que determina 256 Kbps como menor taxa para banda larga. O governador assinou na última quinta-feira(15/10) o decreto estadual que oferece à população acesso à banda larga por R$ 29,80, batizado de banda larga popular. No entanto, esse plano não condiz com os critérios da UIT (União Internacional de Telecomunicações), que faz parte da ONU (Organizações das Nações Unidas).De acordo com a documentação da entidade mundial, a velocidade mínima estipulada pelo governo paulista, de 200Kbps, está abaixo do que é considerado como banda larga, de 256Kbps.A diferença é que no Brasil, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), não possui uma determinação sobre a taxa mínima que considere como banda larga. Para a agência, o acesso acima do discado, com 56Kbps é considerado com rápida.Durante um debate, realizado no Futurecom 2009, o vice-presidente da Abrafix, João de Deus, afirmou que o relatório mundial da UIT define banda larga com taxa de velocidade acima de 256 Kbps. Ele também disse que a quantidade de transferências de arquivos no Brasil, como downloads, é maior que outros países com a mesma renda per capita.Em nota, o governo do estado de São Paulo, disse que a definição da UIT é controvérsia e que a velocidade de 200 Kbps é a mínima, o qual pode chegar até 1 Mbps. Além disso, "o Brasil não tem regulamentação que indique qual a velocidade mínima para uma conexão ser classificada como banda larga".
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PSDB E DEM GOSTAM MUITO ESSES MENINOS.

OS BONS MENINOS...
da Folha Online Atualizado às 18h29. A AIB (Associação Imobiliária Brasileira) repassou R$ 1,655 milhão aos 13 vereadores de São Paulo cassados pela Justiça Eleitoral por receber doações ilegais na campanha eleitoral de 2008. Os vereadores foram cassados por decisão do juiz Aloisio Sérgio Rezende Silveira, da 1ª Zona Eleitoral, que também declarou os parlamentares inelegíveis por três anos. Para o juiz, a AIB fez doações irregulares. Cabe recurso da decisão. Reportagem publicada pela Folha em abril revelou que o setor imobiliário de São Paulo usou a AIB para driblar a legislação eleitoral --que proíbe doações de sindicatos-- e ocultar os verdadeiros responsáveis pelas doações feitas pelo setor. As doações da AIB variam de R$ 50 a R$ 200 mil. Os vereadores que receberam as maiores doações foram Adilson Amadeu (PTB) e Carlos Apolinário (DEM): R$ 200 mil cada um. A AIB foi a segunda maior financiadora individual do país nas eleições de 2008, direcionando R$ 6,5 milhões a candidatos, governistas e da oposição, em quase totalidade paulistas. A reportagem não localizou nenhum representante da AIB para comentar a decisão.
Veja quanto cada um dos 13 vereadores cassados recebeu da AIB:
Adilson Amadeu (PTB) - R$ 200 mil Adolfo Quintas (PSDB) - R$ 100 mil Carlos Apolinário (DEM) - R$ 200 mil Carlos Alberto Bezerra Júnior (PSDB) - R$ 100 mil Cláudio Barbosa (PSDB) - R$ 100 mil Dalton Silvano (PSDB) - R$ 100 mil Domingos Dissei (DEM) - R$ 145 mil Gilson Barreto (PSDB) - R$ 100 mil Marta Costa (DEM) - R$ 180 mil Paulo Sérgio Abou Anni (PV) - R$ 100 mil Ricardo Teixeira (PSDB) - R$ 150 mil Ushitaro Kamia (DEM) - R$ 130 mil Wadih Mutran (PP) - R$ 50 mil
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SINAL DE UMA DERROTA ANTECIPADA.

Sinal claro de visão de uma derrota antecipada. Tanto DEM como PSDB, tem deixado dúvidas de que estejam 100% acertados e firmes nos seus propósitos de vencerem esta eleição que se avizinha, em 2010. DEM aposta que Serra tem mais chance que Aécio, mas este está no coração dos aliados. Afinal, qual a verdade nesses pronunciamntos? Ou é mesmo Serra ou é mesmo Aécio. A oposição a cada dia que se passa mais vai deixando seus aleitores na dúvida, diante das declarações meio que não combinadas no grupo oposicionista. Enquanto isso Lula vai fazendo seu discurso e também mais coeso com Dilma, não deixando escorrer entre os dedos um candidato como um plano B, no caso o deputado Ciro Gomes. Por mais que se fale, acho que os governistas por medida de segurança não descartam um segundo-turno, diferentemnte do que se imaginava há pouco tempo a oposição, que parecia que já haviam encomendado o terno de posse de Serra. O que penso. Apenas eu penso! http://oquepensabueninho.blogspot.com
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AGRICULTURA FAMILIAR

Pedro Wilson aponta agricultura familiar como peça-chave no combate à fome O vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, deputado Pedro Wilson (PT-GO), reforçou na última sexta-feira a importância da agricultura familiar no combate à fome e à miséria. “A melhor forma de combater a miséria e a fome é apoiar o setor que mais tem crescido no país, a agricultura familiar. O setor tem um papel importante porque valoriza o trabalho rural e produz justamente a alimentação básica da mesa do brasileiro”, disse o parlamentar. A agricultura familiar responde por 70% da produção de alimentos e incentiva o desenvolvimento sustentável, principalmente na Amazônia. Por isso, na opinião de Pedro Wilson, é preciso avançar mais nas políticas de apoio à reforma agrária e aos agricultores familiares. As posições do deputado foram manifestadas ao relator especial da Organização das Nações Unidas para o Direito à Alimentação, Olivier Schutter, em reunião na Câmara. No encontro, foram apresentados documentos segundo os quais, apesar dos progressos, o Brasil ainda está atrás de muitos países em relação à alimentação de qualidade. Pedro Wilson defende a aprovação da PEC 047/03, do deputado Nazareno Fonteles (PT-PI), que inclui a alimentação como um direito humano e social.
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DONA LINA, COMO FICAMOS!

Segundo a revista, na "agenda encontrada", consta que foi no dia 09 de outubro de 2008 o encontro. Mas a própria Lina diz que neste dia estava em São Paulo. Como ficamos? O que penso. Apenas eu penso! http://oquepensabueninho.blogspot.com

ONDE FOI PARA O R$1.00 ?

Domingo, dia de almoçar fora...
Assunto: "ESSA DÁ PRA FUNDIR OS NEURÔNIOS!!!" - ------------------------------ *Eu, Tu e Ele.....fomos comer no** restaurante e no final a
conta deu R$30,00.
Fizemos o seguinte: cada um deu dez reais...
Eu: R$ 10,00
Tu: R$ 10,00
Ele: R$ 10,00
O garçom levou o dinheiro até o caixa e o dono do restaurante disse o seguinte: Esses três são clientes antigos do restaurante então vou devolver R$5,00 para eles! E entregou ao garçom cinco notas de R$ 1,00.
O garçom, muito esperto, fez o seguinte: pegou R$ 2,00 para ele e deu R$1,00 para cada um de nós.
No final ficou assim: Eu: R$ 10,00 -R$1,00 que foi devolvido = Eu gastei R$9,00.
Tu: R$ 10,00 -R$1,00 que foi devolvido = Tu gastaste R$9,00.
Ele:R$ 10,00 -R$1,00 que foi devolvido = Ele gastou R$9,00.
Logo, se cada um de nós gastou R$ 9,00, o que nós três gastamos juntos foi R$ 27,00.
E se o garçom pegou R$2,00 para ele, temos: Nós: R$ 27,00
Garçom: R$ 2,00. TOTAL: R$ 29,00
Pergunta-se: Onde foi parar o outro R$1,00?
Será que dá pra alguém responder onde está o 1 real, por favor? (Enviado pelo Departamento de Economia da PUC)*
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No fim a VALE ainda é nossa.

18/10/2009 Lula tem o dever de debater rumo da Vale KENNEDY ALENCARColunista da Folha Online O presidente da República está certo ao querer discutir as diretrizes da Companhia Vale do Rio Doce. A Vale é uma empresa privada que tem bastante capital de origem pública. Os fundos de pensão de estatais federais e o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) são sócios da companhia. Mais do que isso: ela explora riqueza naturais não-renováveis. De acordo com a Constituição, no artigo 20, "os recursos minerais, inclusive os do subsolo" são "bens da União". A Vale, portanto, explora essa riqueza por meio de autorização da União. Isso significa que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem o direito de derrubar o presidente da empresa? Que deve discutir detalhes da administração cotidiana? Não. Mas o presidente da República tem o dever, de acordo com a sua consciência e em respeito aos votos que recebeu, de debater com a empresa os seus rumos, caso julgue que uma inflexão em sua atuação possa ser mais benéfica ao país. Dizer que o PT quer tomar a empresa de assalto com o objetivo de arrumar recursos para a campanha eleitoral de 2010 é desinformação. A gestão Lula tem sido uma mãe para os mais ricos. A elite empresarial brasileira está bastante disposta a contribuir para a eventual campanha presidencial da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. Os problemas, no caso petista, são filtrar o excesso de oferta privada e desautorizar operadores oficiosos que vendem uma importância no governo que não possuem. O risco de Dilma é abrir a porteira para todo tipo de contribuição financeira. Mas isso será assunto de outra coluna, com mais detalhes ainda em apuração. De volta à Vale, é importante levar em conta que uma gestão privada não deve ser atrelada ao desejo do presidente de plantão. No entanto, é bom o argumento de que se trata de uma empresa que atua em área estratégica para o desenvolvimento do país. Faria mal um governo que desconsiderasse isso. É ótimo que, desde a privatização em 1997, o número de funcionários da Vale tenha passado de 10 mil para 60 mil. Muito bom que seu valor de mercado tenha subido de US$ 8 bilhões para US$ 125 bilhões. Certamente, o resultado foi excelente para os acionistas e para o Tesouro, para quem a mineradora pagou mais imposto. Mas essa performance não poderia ter sido ainda melhores? No caso da MMX, da empresário Eike Batista, a rentabilidade em relação a cada real aplicado nos últimos três anos foi duas vezes superior à da Vale. Ou seja, os números dizem muito coisa, mas não tudo. O assédio político à Vale deve ser combatido, mas a empresa precisa levar em conta os interesses estratégicos do país. Não é absurdo pedir que a Vale invista em siderurgia e que trate de agregar valor aos produtos que explora. Esse é um debate que interessa aos brasileiros. * Composição acionária A Vale é controlada pela Valepar, que tem 53% do capital votante da companhia. Na Valepar, o consórcio de fundos de pensão possui 49% das ações. A BNDESPar tem 11,5%. O Bradesco, 21%. E o grupo japonês Mitsui, 18%. Os números estão arredondados. Um acordo de acionistas dá ao Bradesco o direito de gestão. Roger Agnelli, presidente da Vale, foi indicado pelo banco. Mas a soma do capital votante dos fundos de pensão e do BNDES autoriza esses a influenciar os rumos da empresa. * Alterosas vazias Quem viveu no Quadrilátero Ferrífero, em Minas, sabe muito bem que a relação custo-benefício não tem sido vantajosa para as cidades em que as mineradoras atuam. Nunca é demais lembrar Drummond: "Itabira é apenas uma fotografia na parede. Mas como dói!". Kennedy Alencar, 41, colunista da Folha Online e repórter especial da Folha em Brasília. Escreve para Pensata às sextas e para a coluna Brasília Online, sobre bastidores do poder, aos domingos. É comentarista do telejornal "RedeTVNews", de segunda a sábado às 21h10, e apresentador do programa de entrevistas "É Notícia", aos domingos à meia-noite.E-mail: kennedy.alencar@grupofolha.com.br Leia as colunas anteriores
Obs: Kennedy Alencar tem demonstrado muita isenção em seus comentários, diferentemente de muitos jornalistas e colunistas de outros "grandes" jornalões, que imagino nunca poderem escrever da forma que Kennedy Alencar tem feito. O que penso. Apenas eu penso! http://oquepensabueninho.blogspot.com