PEDÁGIOS EM SÃO PAULO

"ÒIA", leiam-me antes que eu suma.




O que fazer quando falta pouco?

Para um simples eleitor como eu, penso que é chegado o momento de Lula sair de cena por alguns dias, deixando a cargo do partido, o PT, e Dilma darem encaminhamento do que for necessário. Isso poderá desde já fazer ver de quem ajudou realmente foi ele, Lula, mas quem de fato irá governar será mesmo Dilma.

Claro está que seja quem for, terá sempre um conselheiro e com Dilma não será tão diferente assim, mas ela se cercará em seus Ministérios de gente que lhe dará todo aparato de ajuda, como foram nestes oito anos de Lula na Presidencia. De resto bastará apenas que a oposição explore isso, mas que na verdade nunca foi diferente. E eles da oposição sabem muito bem disso. Isso tentarão ´por algum periodo já com ela no comando, numa tentativa de desatabilizá-la.

Dilma, fiquem certos, não será somente essa doçura de campanha, mas em alguns momentos necessitrá de demonstrar o outro lado que todos conhecemos.Vide resposta dada ao senaddor José Agripino. Ela será dosada, mas não ficará dando sorrizinho aos inimigos.

Até o momento ainda não li nada do senador Álvaro Dias se ele se atreverá convidá-la para tomar um cafezinho. A esse senador quero crer que mesmo em dias de campanha, Dilma não se furtará de lhe dar boas respostas até que “seu botox” fique vermelho.

Qualquer outra noticia leiam a revista “ÒIA”.

Pedro Bueno.
20/9/2010.



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Dilma para relembrar








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PARA MATAR SAUDADES









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Visão correta. mas oposição cega.

Os jornalistas tucanos, por Marcos Coimbra
 Posted: 17 Sep 2010 12:12 PM PDT Marcos Coimbra, CartaCapital “Quando, no futuro, for escrita a crônica das eleições de 2010, procurando entender o desfecho que hoje parece mais provável, um capítulo terá de ser dedicado ao papel que nelas tiveram os jornalistas tucanos. Foram muitas as causas que concorreram para provocar o resultado destas eleições. Algumas são internas aos partidos oposicionistas, suas lideranças, seu estilo de fazer política. É bem possível que se saíssem melhor se tivessem se renovado, mudado de comportamento. Se tivessem permitido que novos quadros assumissem o lugar dos antigos. Por motivos difíceis de entender, as oposições aceitaram que sua velha elite determinasse o caminho que seguiriam na sucessão de Lula. Ao fazê-lo, concordaram em continuar com a cara que tinham em 2002, mostrando-se ao País como algo que permanecera no mesmo lugar, enquanto tudo mudara. A sociedade era outra, a economia tinha ficado diferente, o mundo estava modificado. Lula e o PT haviam se transformado. Só o que se mantinha intocada era a oposição brasileira: as mesmas pessoas, o mesmo discurso, o mesmo ar perplexo de quem não entende por que não está no poder. Em nenhum momento isso ficou tão claro quanto na opção de conceder a José Serra uma espécie de direito natural à candidatura presidencial (e todo o tempo do mundo para que confirmasse se a desejava). Depois, para que resolvesse quando começaria a fazer campanha. Não se discutiu o que era melhor para os partidos, seus militantes, as pessoas que concordam com eles na sociedade. Deram-lhe um cheque em branco e deixaram a decisão em suas mãos, tornando-a uma questão de foro íntimo: ser ou não ser (candidato)? Mas, por mais que as oposições tivessem sido capazes de se renovar, por mais que houvessem conseguido se libertar de lideranças ultrapassadas, a principal causa do resultado que devemos ter é externa. Seu adversário se mostrou tão superior que lhes deu um passeio. Olhando-a da perspectiva de hoje, a habilidade de Lula na montagem do quadro eleitoral de 2010 só pode ser admirada. Fez tudo certo de seu lado e conseguiu antecipar com competência o que seus oponentes fariam. Ele se parece com um personagem de histórias infantis: construiu uma armadilha e conduziu os ingênuos carneirinhos (que continuavam a se achar muito espertos) a cair nela. Se tivesse feito, nos últimos anos, um governo apenas sofrível, sua destreza já seria suficiente para colocá-lo em vantagem. Com o respaldo de um governo quase unanimemente aprovado, com indicadores de performance muito superiores aos de seus antecessores, a chance de que fizesse sua sucessora sempre foi altíssima, ainda que as oposições viessem com o que tinham de melhor. Entre os erros que elas cometeram e os acertos de Lula, muito se explica do que vamos ter em 3 de outubro. Mas há uma parte da explicação que merece destaque: o quanto os jornalistas tucanos contribuíram para que isso ocorresse. Foram eles que mais estimularam a noção de que Serra era o verdadeiro nome das oposições para disputar com Dilma Rousseff. Não apenas os jornalistas profissionais, mas também os intelectuais que os jornais recrutam para dar mais “amplitude” às suas análises e cobertura. Não há ninguém tão dependente da opinião do jornalista tucano quanto o político tucano. Parece que acorda de manhã ansioso para saber o que colunistas e comentaristas tucanos (ou que, simplesmente, não gostam de Lula e do governo) escreveram. Sabe-se lá o motivo, os tucanos da política acham que os tucanos da imprensa são ótimos analistas. São, provavelmente, os únicos que acham isso. Enquanto os bons políticos tucanos (especialmente os mais jovens) viam com clareza o abismo se abrir à sua frente, essa turma empurrava as oposições ladeira abaixo. Do alto de sua incapacidade de entender o eleitor, ela supunha que Serra estava fadado à vitória. Quem acompanhou a cobertura que a “grande imprensa” fez destas eleições viu, do fim de 2009 até agora, uma sucessão de análises erradas, hipóteses furadas, teses sem pé nem cabeça. Todas inventadas para justificar o “favoritismo” de Serra, que só existia no desejo de quem as elaborava. Se não fossem tão ineptas, essas pessoas poderiam, talvez, ter impulsionado as oposições na direção de projetos menos equivocados. Se não fossem tão arrogantes, teriam, quem sabe, poupado seus amigos políticos do fracasso quase inevitável que os espera.”
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Serra ficou irritado

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Serra pirou de vez


Enviado por Ricardo Noblat - 
15.9.2010
 | 15h04m

Serra se irrita e ameaça deixar entrevista de TV

Priscila Tieppo, TERRA
Em gravação do programa Jogo do Poder, da CNT, o candidato do PSDB à presidência da República, José Serra, se irritou com perguntas sobre a quebra de sigilos de tucanos e pesquisas e ameaçou deixar a entrevista.
O candidato disse que eles "estavam perdendo tempo falando daqueles assuntos", enquanto podiam dar ênfase aos programas de governo dele.
Após a apresentadora Márcia Peltier citar que a quebra de sigilo teria acontecido em 2009, antes do anúncio das candidaturas à presidência, Serra subiu o tom:
- Que antes da candidatura, Márcia? Nós estamos gastando tempo aqui precioso, estamos repetindo os argumentos do PT, que você sabe que são fajutos, estamos perdendo tempo aqui.
Márcia tentou contemporizar, mas não conseguiu acalmá-lo. "A candidata do PT virá aqui?", perguntou. Após a afirmativa de Márcia, ele retrucou: "então, pergunta para ela".
"Agora nós vamos falar sobre programas", tentou prosseguir a apresentadora. Neste momento, Serra levantou-se e ameaçou sair do estúdio. Tentando arrumar o fio do microfone, disse: "eu não vou dar essa entrevista, você me desculpa".
Márcia insistiu dizendo que eles falariam de programa de governo, mas ele se manteve firme. "Faz de conta que eu não vim". "Mas porquê, candidato?", disse, ainda sentada. "Porque não tem nada a ver com pergunta, não é um troço sério. (...) Apaga aqui". "O que o senhor quer que apague?", perguntou Márcia. "Apague a TV pra gente conversar".
Márcia pediu que as câmeras fossem desligadas e as luzes do estúdio apagadas, mas Serra continuou falando: "porque isso aqui está parecendo montado". "Montado para quem? Aqui não tem isso", defendeu a jornalista.
O candidato voltou a reclamar da pauta das perguntas - que até então, havia se fixado nos acessos fiscais e sobre as pesquisas. "Me disseram que eu ia falar de política e economia".
Depois de conversar reservadamente com Márcia e o apresentador Alon Feuerwerker, Serra voltou ao estúdio e respondeu a questionamentos sobre economia, saúde e saneamento básico.
Ao final da gravação, Serra foi questionado pelos jornalistas que estavam no local sobre sua irritação. O candidato negou ter se irritado e afirmou que apenas estava "com estômago ruim" porque não tinha tomado café da manhã.
Segundo a assessoria de imprensa da emissora, as perguntas feitas ao candidatos sobre os assuntos que o incomodaram serão mantidas na edição que irá ao ar nesta quarta-feira (15), às 22h50.


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Falta pouco para mudar mais ainda e para melhor

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Terça-feira, 14 de setembro de 2010
ISSN 1519-7670 - Ano 15 - nº 607 - 14/9/2010
  Imprensa em Questão
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IMPRENSA & ELEIÇÕES
Muito escândalo para nada
Por Luciano Martins Costa em 14/9/2010

Comentário para o programa radiofônico do OI, 14/9/2010

A campanha eleitoral já acabou na imprensa, soterrada pela temporada de escândalos. Somente os dois principais jornais de economia e negócios, Valor Econômico e Brasil Econômico, parecem considerar que os escândalos têm pouca relação com a vida real e apenas apresentam registros esporádicos das denúncias, sem deixar que o tema domine suas pautas.
Os diários de assuntos gerais considerados de circulação nacional, pelo contrário, esqueceram os debates sobre planos de governo e entulham suas páginas com os escândalos.
Na segunda-feira (13/9), o Brasil Econômico publicou uma reportagem mostrando como a campanha deste ano repete as disputas de 2002 e 2006, com um dos candidatos – no caso deste ano, uma candidata – disparando na frente dos demais e sendo bombardeado por acusações na imprensa.
Tanto em 2002 como em 2006, segundo lembra o jornal, o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva vinha liderando as pesquisas de intenção de voto quando se intensificaram os escândalos, exatamente no mês de setembro, como acontece neste ano.

Nas eleições anteriores, a tática deu certo, e a disputa acabou indo para segundo turno. Neste ano, com a candidata governista ainda subindo nas pesquisas, e faltando menos de três semanas para a eleição, o barulho parece ainda maior.
Destino da lama
As manchetes migram do caso de violação de sigilos fiscais a um suposto tráfico de influência com extrema rapidez, sem oferecer aos leitores condições para reflexão e interpretação. A intenção não parece ser informar ou simplesmente fundamentar as denúncias, e muito menos lançar alguma luz sobre o funcionamento do governo.
As pautas parecem selecionadas conforme o potencial de fazer grudar um pouco da lama diretamente na candidata. Se as acusações podem ser comprovadas, a imprensa deve ir fundo, mesmo depois das eleições. Mas como os jornais e revistas não dão continuidade às investigações, muito certamente tudo isso acaba no dia 3 de outubro, como aconteceu nas eleições anteriores. E ficaremos sem saber que medidas teriam sido tomadas para garantir a segurança dos dados da Receita Federal ou se houve ou não favorecimentos em tais ou quais operações financeiras.
A lama atirada para cima vai cair nas instituições públicas.
***



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César Maia deve pagar seus pecados e por ter orquestrado vaia a Lula.



Posted: 12 Sep 2010 09:45 PM PDT
Fernando Molica, O Dia 

“As quedas nas pesquisas de intenção de voto para o Senado deixam Cesar Maia em situação desconfortável no seu partido, o DEM. A liderança do ex-prefeito, já questionada na disputa municipal (sua candidata, Solange Amaral, ficou em sexto lugar), não deverá resistir a uma nova derrota.

Se perder a eleição, ele abrirá caminho para outros políticos, como Indio da Costa, candidato a vice de José Serra. A eventual derrota complicará ainda mais a reeleição de seu filho, o deputado Rodrigo Maia, para a presidência nacional do DEM.”

Obs: quem não se lembra das vaias encomendadas por César Maia na abertura  dos jogos do PAN realizados no Rio de Janeiro? Na abertura somente pode comparecer gente de posses, pois os preços dos  ingressos eram exorbitantes para o povão de LULA. Portanto, César se aproveitou-se disso e orquestrou a 

vaia ao Presidente na abertura.

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Até na Bulgaria se tem Dilmania.

Mídia local fala da possibilidade de "búlgara presidir a 7ª economia do mundo"
"Tento explicar para os jornalistas que ela não é búlgara", afirma Paulo Américo Wolowski, embaixador do Brasil
Vaguinaldo Marinheiro
A Bulgária vive uma "febre Dilma". Jornais, revistas e televisões acompanham o dia a dia da campanha no Brasil, e muitos jornalistas já estão de malas prontas para cobrir in loco a possível eleição de uma "búlgara para presidir a sétima maior economia do mundo".
Se o Quênia festejou a vitória de Barack Obama, que tem pai queniano, a Bulgária quer festejar a de Dilma, que tem pai búlgaro.
"Somos um país muito pequeno, e a possibilidade de alguém que teve um pai búlgaro ocupar um cargo tão importante nos deixa emocionados", afirma Jorge Nalbantov, apresentador da TV7, que viajará ao Brasil para fazer a cobertura da eleição presidencial.
A Bulgária tem cerca de 7,5 milhões de habitantes, população que vem caindo devido à migração e à baixa taxa de natalidade (1,4 filho por mulher, em média).
Há dez anos, eram 8,1 milhões de habitantes.
Dilma é descrita pelos meios de comunicação como "dama de ferro", "Margaret Thatcher brasileira" e "toda-poderosa do governo Lula". 
Assinante do jornal leia mais em Eleição no Brasil provoca "febre Dilma" na Bulgária 


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É de se lamentar.

Que o politico José Serra, homem que teve até que boas atuações em ocasiões em que o país viveu grandes pressões diante de um regime muito forte e violento, não só por aqui pelo Brasil como em diversos outros da América do Sul.

Mas então o que levou Serra ser hoje tão diferente diante de seus adversários polióticos já que se pareceriam tanto nos anos mais pesados vividos em nosso país?

Serra me parece que se distanciou muito do povo que o elegeu por diversas vezes, mostrando-se rancoroso até mesmo com seus partidários, como por exemplo como por exemplo em 2006 com Geraldo Alcamin e agora com Aécio Neves, sendo que desta feita mais se pareceu como aquelo bichinho que mudava de cor de acordo com o ambiente. Serra de qualquer forma menosprezou o governador mineiro. Depois o queria como seu Vice, o que logicamente Aécio não aceitou e nem o povo de Minas Gerais aprovaria.

Agora, com uma diferença de mais de 20% que sofre com Dilma, Serra e sua turna tenta de todos os modos arranjar dossiês de todos os tipos e bate em cima deles se esquecendo de que o eleitor quer dele são projetos de governo, já que se gabava dizendo que era o mais competente e tarimbado para o exercício da Presidência da Republica.

Serra tem demonstrado sinais de muita fraqueza diante dos ´números apresentados pelas diversas empresas de pesquisas, sendo que em todas a média é de 20% a mais para Dilma. Isso o tem deixado meio que descontrolado. Vê-se claramente nas entrevistas ou quando lhe é perguntado algo que não o satisfaça.

Ele não diz, mas deve estar ansioso para poder gritar: ONDE ESTÃO OS MEUS PARCEIROS?

Pedro Bueno.

04 e setembro de 2010.

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Gente inteligente do PT - Cardoso

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Adeus, Tio Serra!!!!

PIB tem alta significativa de 8,9% 1º semestre

Agência Estado -

Publicação: 03/09/2010 09:09 Atualização: 03/09/2010 11:50

A economia brasileira cresceu 1,2% no segundo trimestre deste ano, na comparação com o primeiro trimestre, informou nesta sexta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em relação ao mesmo período de 2009, o Produto Interno Bruto (PIB) do País subiu 8,8% entre abril e junho deste ano. No primeiro semestre, a economia cresceu 8,9% em relação ao mesmo período do ano passado e, no acumulado dos 12 meses encerrados em junho, houve alta de 5,1%.
O resultado do PIB representa a produção de bens e serviços em todo o País. Considerando os setores, o PIB da indústria apresentou expansão de 1,9% no segundo trimestre deste ano em relação ao trimestre anterior. Na mesma base de comparação, o PIB da agropecuária registrou alta de 2,1%, enquanto o PIB do setor de serviços teve alta de 1,2%. No primeiro trimestre de 2010, a economia havia crescido 2,7% em relação ao trimestre anterior.
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Quando a Miriam Leitão falava eu acreditava que a nossa fosse a maior de todas.

Carga tributária brasileira supera a do Japão, México, Turquia e EUA

Agência Brasil -

Publicação: 02/09/2010 16:07 Atualização: 02/09/2010 16:29

A carga tributária do Brasil é maior do que a de países como o Japão, os Estados Unidos, a Suíça e o Canadá. A comparação faz parte de estudo da Receita Federal divulgado nesta quinta-feira e leva em conta os dados mais recentes, apurados em 2008, entre os países-membros da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).
Enquanto o peso dos impostos no bolso do cidadão chegou, em 2008, a 34,41% no Brasil, no Japão ficou em 17,6%. A carga também foi menor, por exemplo, no México (20,4%), na Turquia (23,5%), nos Estados Unidos (26,9%), na Irlanda (28,3%), Suíça (29,4%), no Canadá (32,2%) e na Espanha (33%).
Acima do Brasil, ainda na comparação com os países da OCDE, ficam o Reino Unido (35,7%), a Alemanha (36,4%), Portugal (36,5%), Luxemburgo (38,3%), a Hungria (40,1%), Noruega (42,1%), França (43,1%), Itália (43,2%), Bélgica (44,3%), Suécia (47,1%) e Dinamarca (48,3%).
Fora da OCDE, o estudo da Receita destaca a Argentina (29,3%). "A comparação com outros países é importante e serve como referência, só que a carga tributária de um país reflete muito o Estado que se tem. A Constituição brasileira traz obrigações que impõem certos gastos dos quais não há como fugir", explicou o subsecretário de Tributos e Contenciosos da Receita Federal, Sandro de Vargas Serpa.
Segundo ele, em tese, países mais liberais, que não oferecem certos serviços públicos para a sociedade e não têm a Previdência administrada pelo setor público, por exemplo, têm carga
tributária menor. "Países que têm o perfil mais ligado ao atendimento de forte demanda social à população notadamente têm uma carga tributária bruta maior. O Brasil se encontra no meio desse caminho", afirmou.
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Acho que o Senador Cristovam está certo.

Notícias > Eleições 2010 > Prêmio Congresso em Foco 31/08/2010 - 17h20 Militância do PT deve evitar 'salto alto', diz Cristovam Mário Coelho
O lançamento da edição de 2010 do Prêmio Congresso em Foco, como não poderia deixar de ser, serviu também para os parlamentares comentarem a disputa eleitoral de outubro. Na pauta das conversas, especialmente a eleição para presidente da República. Na última pesquisa do Ibope, Dilma Rousseff aparece em um cenário de vitória no primeiro turno, com 51% das intenções de voto.
Começa a edição 2010 do Prêmio Congresso em Foco
Para o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), que busca a reeleição em uma coligação formada por PT e PSB, a euforia pelos recentes resultados favoráveis a Dilma deve requerer uma atenção maior da militância. O pedetista afirmou que não vê, da parte da Dilma, qualquer tipo de "salto alto" pelos resultados. "Dilma está se cuidando bastante, demonstrando que não têm euforia. Mas é preciso tomar cuidado para os resultados não contaminarem a militância", afirmou.
Ele lembrou de quando concorreu à reeleição ao governo do Distrito Federal em 1998 e tinha vantagem sobre o adversário Joaquim Roriz. "Era uma vantagem pequena, mas ocorreu isso com a militância. Teve férias na Universidade de Brasília e eu acabei perdendo muitos votos", recordou o senador.
Já o oposicionista Demóstenes Torres (DEM-GO) acredita que, apesar da popularidade do presidente Lula e das recentes pesquisas, a eleição ainda não está decidida. "Pesquisa não ganha eleicão. O 'já ganhou' pode prejudicar. A eleição só decide em 3 de outubro", disse, fazendo referência à data do primeiro turno das eleições.
Porém, no cenário que se avizinha, Demóstenes disse esperar uma boa convivência do governo com a oposição. Mas essa harmonia, segundo ele, dependerá da postura do próximo presidente. "Se vier com uma postura não respeitável, vamos resistir. Se o Congresso resistiu na ditadura, vamos resistir agora também", completou.
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Não, não pensem que ela ....

Já naqueles tempos, certas coisas davam inicio a deblaque de Serra, sendo que nem ele ainda, tivesse resolvido se seria ou não candidato. Mas o Ministro ajudou em muito nessa derrota que se avizinha de Serra.
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Continuo gosta de ler comentários de leitores.

Nome: André Simplício - 21/8/2010 - 15:51 O motivo básico da derrota de Serra, é só um: o povo quer continuar o governo Lula e quem continua o governo Lula, segundo o próprio, é a Dilma. Assim de simples. Por isso, é de uma desfaçatez inominável que a Folha faça um editorial de cônjuge traído, chilique de cron-udo(a) que se sente abandonado(a) pelo seu candidato, o mesmo que a Folha teimosamente insiste em não endossar em editorial. Lendo a Folha de hoje, não há como não fazer a pergunta: como é possível que ela não soubesse que essa seria a estratégia, que esses “erros” de Serra, afinal de contas, não são simples erros, mas consequências necessárias da própria concepção de política de Serra nos últimos tempos? Descobriram agora que ele é autoritário, não ouve ninguém, adora conchavos e tem tendência ao autismo político? Onde estiveram nos últimos vinte anos em que lhe ofereceram apoio, editorialistas da Folha? Ou vocês não enxergaram antes porque estavam lá nos bastidores dos conchavos também?

Lendo o que está na coluna do Noblat, onde um editorial da Folha fala sobre o fracasso até hoje tem ocorrido na campanha de Serra, onde se esperava que o mesmo estivesse à frente de Dilma, mas a casa semana foi perdendo conteúdo e agora perde por uma diferença de 17%, fato que a oposição jamais imaginaria que viesse ocorrer, mesmo com o apoio à Dilma pelo Presidente Lula.

Por outro lado, a grande mídia pensava ser fácil Serra ganhar essas eleições. O que ocorreu que ultimamente essa mídia não tem conseguido ter a influência de outros tempos.

Bem, agora os dados são outros, pois Dilma subiu para 49% contra 29 de Serra e Marina com apenas 9%. Pesquisa IBOPE e Data Folha de 25 de agosto.

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É mesmo emocionante

De emocionar, todos haverão de concordar. O brasileiro mais humilde nesses oito anos se sentiu mais cidadão, mais orgulhoso de participar no crescimento desse Brasil de todos.
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Nova arapuca da Folha Ditabranda

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