Já publiquei em outras datas afin de que nunca me esqueça. Deve ser outros números, mas apenas para ,e lembrar é que republico.
Leio sempre o que escrevem na nossa midia, para tirar minhas conclusões. Quanto a economistas eu os acho como se fossem ciganos, nunca acertam, depois... dão desculpas! Colunistas em economia se parecem com os comentaristas de futebol: acham solução para tudo.... depois do "jogo jogado"!
PEDÁGIOS EM SÃO PAULO
O poder dos Ruralistas
Já publiquei em outras datas afin de que nunca me esqueça. Deve ser outros números, mas apenas para ,e lembrar é que republico.
Alckimin e a Nossa Caixa - São Paulo (2006)
Bueninho:
Só para lembrar é que novamente coloco esse fato, onde, se bem me lembro, quem fez melhor negócio foi o Serra´, pois pelo que Elio Gaspere escreveu, Alckimim iria dar de mão beijada a quem o ajudasse a tapar rombo nas contas do Estado de São Paulo. Já Serra passou o pepino para o governo federal, que juntando-se às contas do BB, sumirá como agulha no palheiro. O que penso. Apenas eu penso!
Era dia 21 de dezembro de 2002 (O azarento)
Não deixemos a esperança morrer !!
Bueninho:
Não encontrava palavras para dizer da alegria que senti quando Obama foi eleito e no dia da posse me sentia um norteamericano, também. Achava que estava sonhando, visto que no passado, não tão distante assim, sem contar outros de mais tempo, certas alas da politica americana não admitiam mudanças. Mas, felizmente tudo tem transcorrido com muita calma e esperamos que isso continue e que o passado tenha sido coberto pela maior querência de liberdade, tão apregoada por todos os americanos. (Ao menos em tese)
O que penso. Apenas eu penso!Jornalistas desempregados. Onde......?
Evo Moralles- Mais uma derrota da elite
Jango para uns e para outros
Lula nas palavras de Veríssimo
O errado que deu certo
IPEA diz que Brasil crescerá 2% em 2009
Primeira entrevista de Fernando Collor como Senador
SAFRA AGRÍCOLA CAIRÁ 7,6% em 2009
Parece que levar otimismo não seja papel de Presidente
GLOBO T.V. DIÁRIO
"MANCHETADAS" DIÁRIAS - LULA SOZINHO
Silêncio dos Jornais
Imprensa em Questão
CASO DANIEL DANTASO silêncio dos jornais Fonte Observatório de Imprensa
Por Luciano Martins Costa em 24/3/2009
Comentário para o programa radiofônico do OI, 24/3/2009
A Folha de S.Paulo e o Globo ignoraram a notícia, mas o Estado de S.Paulo publica na edição de terça-feira (24/3), com destaque, que o Tribunal Regional Federal da 3ª Região impôs ontem uma importante derrota à estratégia de defesa do banqueiro Daniel Dantas.
O controlador do banco Opportunity queria trancar a ação penal nascida da acusação de corrupção ativa, por tentativa de subornar um delegado federal para ser excluído da chamada Operação Satiagraha.
A decisão é fundamental para o prosseguimento das ações judiciais contra Dantas. Por essa razão, os leitores da Folha e do Globo ficarão menos informados sobre o assunto do que os leitores do Estadão.
A defesa de Daniel Dantas queria que a Justiça Federal considerasse irregular a parceria feita entre a Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência – Abin – durante as investigações. Se a Justiça acatasse essa tese, o processo poderia ser abortado, mas os magistrados votaram por unanimidade considerando que a ação conjunta entre a Abin e a Polícia Federal não tem nada de errado.
Muito barulho
Fica, portanto, sobre a mesa, uma questão incômoda para ser respondida pela imprensa. A quem mais, a não ser ao próprio Daniel Dantas, interessaria toda a campanha feita principalmente pelos jornais O Globo e Folha de S.Paulo e pela revista Veja, no sentido de criminalizar as ações da Polícia Federal junto com a Abin?
Fica evidente, até mesmo para o leitor mais distraído com a paisagem, que parte da imprensa brasileira tem dedicado os últimos meses mais energia e espaço à tentativa de desqualificar os investigadores do que a investigar o acusado.
Foi tão desproporcional a concessão de espaço para supostas revelações sobre desmandos atribuídos ao delegado Protógenes Queiroz e ao juiz responsável pelo caso Satiagraha, Fausto de Sanctis, que algum leitor poderia supor que o delegado e o juiz é que eram os principais acusados.
O fato de parte da imprensa omitir na terça-feira (24) de seus leitores que a Justiça Federal considera normal a parceria entre a Polícia Federal e a Abin chega a soprar na brasa da teoria conspiratória segundo a qual o banqueiro contaria com a solidariedade de algumas redações.
Será que foi apenas um "furo" do Estadão? Os outros jornais não têm acesso à agenda da Justiça Federal?
Depois de todo barulho a respeito das ações conjuntas entre as duas instituições, o silêncio da Folha e do Globo chega a ensurdecer.
A disputa pelos leitores
O caso Satiagraha deflagrou uma guerra nos bastidores da imprensa, que só pode ser acompanhada pela internet.
Desde o já clássico confronto entre a revista Veja e o jornalista Luis Nassif, até os vazamentos e contravazamentos de supostas revelações da Polícia Federal, o escândalo envolvendo o banqueiro Daniel Dantas dá uma idéia de outra disputa que marca este começo de século: a disputa entre a imprensa tradicional, de papel, e a nova imprensa, que trafega pelos meios eletrônicos, pela atenção e o tempo dos leitores.
A internet está completando sua segunda década. A configuração gráfica da comunicação entre computadores, inaugurada com o navegador Mosaic, em 1994, cresceu, se espalhou pelo mundo e se miniaturizou, conquistando espaço também nas telinhas dos telefones celulares. O jornalismo infiltrou-se pelos novos meios, e agora o leitor, antigo receptáculo passivo de informações, é também agente e observador da imprensa.
Brasil melhora nas exportações, mas ainda ....
Brasil sobe de posição no ranking
Autor(es): Jamil Chade
Um cirurgião e um mecânico
Leia e antes do final, fale sobre o que pensa o mecânico.
Pai, pai, não gosto do ocê, mas me dá um dinheirinho!!
por Míriam Leitão -
20.3.2009
10h01m
Exportadores de carne
Só um dos pedidos ao governo: R$ 600 milhões
Os exportadores de carne querem que o governo devolva já o crédito tributário retido para que eles possam recompor o capital de giro. Eu entrevistei o presidente da Associação dos Exportadores de Carne, Roberto Gianneti da Fonseca e ele disse que o setor está pedindo três coisas ao governo:
1- R$ 600 bilhões é o calculo que eles têm de PIS Cofins pago durante os últimos anos na cadeia produtiva e que deveria ter sido devolvido ao exportador, ou com abatimento de imposto a pagar ou como dinheiro mesmo. Eles querem agora que a Receita devolva esse valor. Ou seja, o governo não so vai perder arrecadação como ainda terá que devolver ou abater impostos para acudir os setores em crise.
2- Quer R$ 1 bilhão de linhas de crédito através do Banco do Brasil e BNDES. Gianetti disse que os bancos estão pegando reservas cambiais para emprestar para o exportador, mas cobram juros altos demais e encurtaram o prazo de 180 para 60 dias. Isso dificulta o uso desse mecanismo de financiamento a exportação.
3- O setor de carnes quer também que o governo negocie com outros governos uma forma de ajudar o importador a pagar pelos produtos brasileiros. Esse pedido não tem valor calculado ainda.
O curioso é que o setor de carnes teve anos maravilhosos, de vacas gordas literalmente: aumento de preço e de volume exportado. No primeiro vento ruim, o setor entra em crise. A conta vai ser paga pelo contribuinte, apesar de ser um setor que tem muita explicação a dar sobre os flagrantes de trabalho escravo nas fazendas de pecuaristas e de localização dos abatedouros dos grandes frigorificos exatamente nas regiões campeãs de desmatamento.
As vaquinhas são por minha conta.
A primeira Missa no Brasil
A Primeira Missa e a conclusão de Caminha Dias já faziam em que estavam os lusos ali entre idas à praia e voltas ao mar. Carregavam água, frutas e o lenho para os barcos, enquanto dois carpinteiros separavam um enorme tronco para a feitura da Cruz. Os índios, uns oitenta ou mais, tagarelas, estorvantes, arrodeavam os marinheiros em seus afazeres, olhando pasmos o efeito do fio do ferro na árvore. Da mata próxima vinham os barulhos da bicharada, o ruído forte dos papagaios, dos bugios, e de uma poucas pombas rolas. A missa mesmo, a primeira no Brasil, deu-se no Domingo de Páscoa, 26 de abril de 1500, quando afincaram a Cruz no chão macio de um banco de areia em Porto Seguro.O Frei Henrique de Coimbra, um franciscano, oficiou-a todo aparamentado, enquanto a tripulação congregava-se na praia as voltas do altar. Tomavam posse daquela Ilha de Vera Cruz, em nome do rei de Portugal e da santa fé católica. Os nativos, dóceis, se portaram de tal modo que Caminha convenceu-se da fácil conversão deles no futuro. Um par de padres, dos bons, escreveu ele ao rei, bastava.A decisão de vir ocupar o BrasilPorém, não foi essa a decisão da Coroa. Demorou quase meio século para que um reduzido destacamento de jesuítas desembarcasse no Brasil para fins de catequese. As políticas anteriores de ocupação da nova terra ( o arrendamento ao consórcio de cristãos-novos de Fernão de Noronha, e, depois, a doação de capitanias), redundaram em fracasso. Foi o acirramento do combate teológico contra os protestantes, e as visitas das naus bretãs e flamengas atrás do pau-tinta, quem fez o rei abandonar a desatenção para com o Brasil. Tinha urgentemente que ocupar os pontos estratégicos da costa e por aqueles hereges à correr. Ou tomava conta de vez, ou perdia tudo.Os primeiros seis missionáriosA guerra econômica e religiosa das Europas, transferiu-se assim para o Brasil. Nos barcos de Tomé de Souza, o fundador de Salvador, vieram junto, em março de 1549, os soldados de Cristo, os homens-de-preto da recém fundada ordem de Santo Inácio de Loyola. Eram apenas quatro. O Padre Manoel da Nóbrega e o Padre Aspicuelta Navarro foram os mais famosos, depois, é claro, do Padre José de Anchieta que arribou mais tarde. A eles juntaram-se mais dois: Antônio Rodrigues, um ex-soldado mestre nos idiomas nativos, e Pêro Correia, um ricaço que decidira-se pelo hábito talar, e que, para Nóbrega, "era a melhor língua do Brasil". O trabalho era imenso. Evangelizar aquela massa de gentios, com mil falas, que se espalhava por aquele mundão todo, era tarefa de gigantes. Talvez nem o apostolo Paulo, no lugar deles, conseguisse.Desentendeu-se Nóbrega, a seguir, com o teólogo Quirino Caxa, examinador dos Casos de Consciência da Bahia que dera o parecer, bem pouco cristão, de que um pai índio, em caso de penúria "da grande", podia vender seus filhos, e que o próprio nativo, se em idade para tanto, podia empenhar a si mesmo. Lançada as fundações do Colégio de Meninos de Salvador, o Padre Nóbrega, o cérebro estratégico da Companhia de Jesus no Brasil, não demorou em perceber, depois de uma visita que fez a São Vicente, bem mais ao sul, das vantagens da instalação de um centro de catequese no Planalto de Piratininga
O que penso. Apenas eu penso!
Sim, a economia dirige mais que a vontade do Presidente.
Com Lula não está sendo diferente: quando a economia vai bem, a popularidade vai para cima; se ela começa a dar problemas, a popularidade também sofre abalos. Isso é o que mostra a pesquisa DataFolha publicada hoje, na qual a aprovação do presidente Lula cai de 70% para 65%. É a primeira queda de avaliação do presidente depois de um ano de subidas sucessivas.
Lula, no entanto, tem o que os pesquisadores chamam de “atributos positivos” que lhe levaram ao patamar mais alto de aprovação, até chegar aos 70% de novembro passado. Fernando Henrique, por exemplo, no auge do Plano Real, também segundo o DataFolha, alcançou 47% de avaliação ótimo e bom.
Para assessores do Palácio do Planalto, a queda nas pesquisas já era esperada com a piora no cenário econômico. Em defesa de Lula, eles dizem que a surpresa foi o fato de ter chegado aos 70%. É verdade, um patamar que nunca outro presidente atingiu, e num momento em que a crise financeira mundial já batia às portas do governo.
Ficou evidente a força da comunicação de Lula que ainda agora minimiza a intensidade da crise econômica. No último trimestre do ano passado, ele dizia que a crise não chegaria ao Brasil. A maioria da população confiou e só reconhece isso agora, quando a crise varreu quase 800 mil empregos com carteira assinada em todo o país. Só agora a maioria da população (50% dos ouvidos pelo Datafolha) acha que a frase “marolinha” não se aplica ao Brasil.
Segundo a pesquisa, Lula perde pontos em todas as regiões, inclusive no Nordeste onde tem seu melhor desempenho (caiu de 81% para 77%) e em todos os níveis de renda. Na escolaridade mais alta, nível superior, Lula se mantém em 64% - talvez porque, pelo nível de informação, já no último trimestre do ano passado, quando o PIB retraiu 3,6%, esse contingente para detectava isso
GLOBO PLAGEANDO?
PROTOGNS ATACA F.H.C.
Ela fez uma pergunta e ninguém respondeu.
Lula e Obama: proximidades. M. Pereira.

Che Guevara continuará sendo lembrado?
Que existe, existe! Também duvidei.
POIS É AMIGOS.......FALTA MAIS ALGUMA COISA NESTE PAIS?
Agora tem até ônibus pra lá! SE ALGUÉM TE MANDAR PRA P...Q...P..., AGORA VOCÊ JÁ SABE COMO CHEGAR!
Só no BRASIL mesmo... Pode mandar pra lá porque o lugar existe... E dá para ir de ônibus!
Fica na cidade de Bela Vista de Minas... Perto de João Monlevade - MG!
Bela Vista, uma cidadezinha cercada de mato no interior de Minas Gerais, claro no Brasil, e uma grande surpresa. Um dos bairros tem o nome de Puta que Pariu...! Acredite se quiser!
O município de Bela Vista de Minas foi criado pela Lei nº 2764, de 30 de dezembro de 1962, desmembrando do município de Nova Era, declarando naquele momento, às margens do Córrego do Onça a Independência de Bela Vista de Minas.
A Cidade é divida em 7 bairros, Bela Vista de Cima, Lages, Serrinha, Córrego Fundo, Favela, Puta que Pariu (que lugar é esse?), e Boca das Cobras (A Europa de Bela Vista).
Podem pesquisar é fato verdadeiro! http://www.guiadosmunicipios.com.br/mg/Bela%20Vista%20de%20Minas/
Já imaginaram o padre da paróquia dizer que vai celebrar uma missa na Puta que Pariu? Que beleza!
Crise Inventada? té que tem fundamento!
Muito lindo Nós é que não sabemos viver
Merval fala sobre medida tomada por Ministro do STF
Deu no New York Times - Ricos sem refresco
Na verdade, Dilma Começa a Incomodar !!
Para Dilma, trabalho do governo incomoda a oposiçãoPublicado em 13.02.2009, às 14h34
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse nesta sexta-feira (13) que são improcedentes as críticas do DEM ao governo sobre o uso eleitoral da divulgação de obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). "O que estamos fazendo é o lançamento, o acompanhamento e monitoramento das nossas obras, algo absolutamente legítimo e que integra nossas ações enquanto Executivo", afirmou a ministra em entrevista em Novo Hamburgo, a 40 quilômetros de Porto Alegre. Ela participou, na cidade, do lançamento de obras para prolongar a linha do Trensurb (trem metropolitano) em 9,3 km de extensão, entre São Leopoldo e Novo Hamburgo.
Dilma adotou um tom crítico em relação à oposição. "Eu acho que o que incomoda de fato a oposição é que o governo está trabalhando, que o governo está agindo, que o governo tem um projeto para o Brasil", disse a ministra. Dilma acrescentou que a oposição tem direito de "falar o que quiser" em um país democrático, mas "não parece que eles tenham projeto", prosseguiu ela. "Eles se preocupam conosco porque temos um volume de ação que nunca no Brasil houve igual", declarou. Por isso, afirmou compreender que a oposição fique com questões que chamou de "laterais".
Questionada sobre sua presença no palanque hoje para inaugurar uma obra do PAC em São Leopoldo (RS) e lançar outra em Novo Hamburgo, Dilma recordou de momentos anteriores em que esteve na mesma posição e disse que faz parte de sua atividade. "Minha atividade no palanque é intrínseca à função de ministra-chefe da Casa Civil", avaliou. "É porque esse governo do qual participo tem a mania de gostar de falar com o povo", disse ela.
Dilma também elogiou as medidas divulgadas pelo governador de São Paulo, José Serra (PSDB), para ativar a economia. "Acho muito bom porque estamos precisando no Brasil que todos os governantes façam investimentos e não façam ajustes", aconselhou. A ministra acrescentou que o governo federal irá contribuir com Serra no que for possível. "O PAC do Serra é muito bem-vindo."
Maquiagem - Em São Leopoldo, a 33 km de Porto Alegre, a ministra confirmou aumento de recursos do PAC para o Rio Grande do Sul, lançou novas obras e mandou um recado aos opositores que criticam o programa. "A maquiagem pode estar no meu batom, mas nas obras do PAC não, porque elas são reais e estão aí para os senhores verem", discursou a ministra, na inauguração da revitalização da avenida João Corrêa, que teve investimentos de R$ 18 milhões.
Ela voltou a dizer que o governo "não poupará esforços para enfrentar a crise financeira" e lembrou, entre as medidas, a construção de 1 milhão de moradias. O Estado receberá R$ 1,198 bilhão até 2010 para obras em rodovias, travessias urbanas e linhas de transmissão.
Fonte: AE
VOTO ABERTO, UMA FALÁCIA!
Já que estão voltando com esse assunto, "Reforma Politica" que tal acabar de vez com o voto secreto?
Haveria ou não maior cuidado com a coisa pública? Quem fizesse uma denúncia de um colega apenas por questões de interesses políticos e que esse acusado fosse levado ao Conselho de Ética e lá ficasse comprovada sua inocência, a pena de perda de mandato seria do acussador. De qualquer forma, se nada representou o que disse acima, digo que valeu para aqueles que não se lembram: aqui está a relãção de quem votou contra ou a favor do voto em aberto. Observem as figuraças que votaram contra. Muitos deles se apresentam como os arautos da dignidade no exercicio do cargo público. Qual a razão? Bem, isso será uma coisa à parte, que externarei outro dia. A fusão entre pequenos, gera uma empresa grande.
Em desacordo com o que a própria midia prega.
Ele diz e eles acreditam !!
Muita raiva faz o Presidente Lula quando usa frases de efeito ou mesmo provocativas e determinados sábios da nossa imprensa que fazem bem o papel, deixando determinada camada da sociedade mais contente mas nada entendedo ainda, o que faz então, Lula a cada pesquisa ter altos índices de aprovação. Então, os bem pagos que muita das vezes até violentam seus ideais, mas ser alguém na imprensa têm esse ônus e aí vão fazendo parte do contexto. Eles não acreditam que Lula de fato não lê jornais. Nem eu,mas Lula dá a esses "intelectos" a primasia de se monstrarem inteligentes e donos do saber. (ao menos para alguns) Eu, como nada sou mesmo, então nada me dizem!Lula sempre teve esse modo de ser e conhece muito bem como provocar e fazer-se acreditar perante esses "intelectuais", muitos deles saudosistas de uns tempos em que não havia oposição e somente eles é que levavam ao povo suas ideias, muitas no sentido de manipular, como se fez desde os tempos do Império, mas hoje a imprensa está mais livre e diversificada. (Inclusive Internet que é mais livre. ao menos até agora).Certa vez, e acho que aqui já escrevi, de que saia de casa alegre ao me dirigir para o meu trabalho. Durante uma hora, já que saia as 5h, para não ter problema de trânsito, se assim o tivesse levaria 02 horas, mas quando chegava no trabalho já não era o mesmo. Isso durou mais ou menos 03 anos. Alertado me dei conta e descobri que no trajeto uma emissora, aquela "que troca a noticia", nada de bom informava. Quando parei de escutá-la, tudo passou a ter o tom de satisfação. Isso já nos idos em que o Plano Real ia bem e eu fui eleitor de FHC por duas vezes. Até no Collar votei!Também já escrevi a um determinado sábio, de que o lia somente para ter raiva dele. Ele DEMO-craticamente me madou para..... Olha que eu apenas lhe pergura por qual razão que ele sempre dizia que o atual Presidente somente ganhou eleições em virtudo de ter o voto dos não bem informados, de pouca escolaridade e por ai vai. Dai lhe disse que o eleitorado, de um modo geral, é composto realmente desse pessoal, onde me junto, e por ser maioria, também votou em todos que ganharam eleições no passado.Bem, fiquemos por aqui. Quem desejar, por favor, faça as correções do meu péssimo português, pois nem burguês sou.
O que penso. Apenas eu penso!
CONGRESSO NACIONAL -" panelada boa"
Eis aí umas das razões que a "panelada é boa"
Aécio diz que não será atropelado
Aécio diz que não será 'atropelado' por José Serra
Data de Publicação: 24 de janeiro de 2009Envie para: Anterior Próximo Texto Brasília - 
